Como as emoções influenciam a nossa vida

Fala-se muito da importância de um estilo de vida saudável para a nossa saúde, em especial no exercício físico, na alimentação saudável e na saúde mental. Um tema crucial para a nossa saúde, sem dúvida. Contudo, as emoções são, na sua grande maioria, ignoradas nesta equação, ainda que elas comandem tudo o resto. Eu explico como, neste artigo. Continua a ler.

As emoções têm sido colocadas de parte quando se fala de saúde mental. A própria Organização Mundial de Saúde (OMS) não fala da saúde emocional quando aborda este tema, ainda que admita que “a saúde mental diz respeito a todos”. Afeta a vida de pessoas (…) e a produtividade da sociedade como um todo.” 

Os custos económicos resultantes dos problemas mentais são elevados. Só na Europa Ocidental, os distúrbios mentais lideram as causas de incapacidade, sendo responsáveis por 30% a 40% de saídas da vida ativa. Estas ficam a dever-se a doenças crónicas e representam 3% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados do Plano de Ação para a Saúde Mental na Europa 2013-2020 da OMS. Tudo isto porque nós não aprendemos a lidar com as nossas emoções, principalmente as de baixa vibração, que provocam inúmeros distúrbios a nível físico e mental.

Isto significa que, ao aprendermos a lidar com as nossas emoções, o nosso corpo vai reagir em termos químicos e fisiológicos, o que faz com que as doenças tendam a diminuir (e até desaparecer). A necessidade de medicamentos pode [em muitos casos] desaparecer. Logo, as doenças físicas e mentais deixam de estar presentes no nosso corpo, dada a sua capacidade de regeneração. Temos mais alegria de viver, mais energia e, portanto, saúde integral.

Como é que tudo isto acontece? Como é que a ciência explica isto?

A discussão e os estudos científicos têm-se centrado, ao longo de décadas, na saúde mental, o que resulta da importância que a ciência tem atribuído às funções do cérebro e como este influencia a nossa tomada de decisões e comportamentos, ao nível consciente e inconsciente.

Fomos ensinados de que o cérebro é o principal órgão no nosso corpo e que, inclusive, em termos fisiológicos, os restantes órgãos obedecem aos seus sinais. E que é do cérebro que vem a nossa inteligência e a capacidade de aprender e compreender. Nesta crença, colocámos de lado o facto de o coração ser o primeiro órgão a formar-se na gestação e de que é a partir dele que resulta a consciência que forma os restantes sistemas que sustentam a vida do corpo que habitamos.

No entanto, esta crença tem caído por terra. Nos últimos 30 anos, o Institute HeartMath, nos Estados Unidos, tem revelado novas descobertas que comprovam a influência do coração e, consequentemente, das emoções nas várias áreas da nossa vida e na nossa capacidade de resiliência perante os desafios com que nos deparamos, incluindo os mais difíceis.

Evidências científicas, através de indicadores como ondas cerebrais (EEG), frequência cardíaca (ECG), pressão arterial, níveis hormonais, entre outros, demonstraram uma rede de comunicação bidirecional entre o coração e o cérebro, que afeta a forma como percebemos e reagimos ao ambiente exterior. Além disso, à medida que esta investigação avançava, foi possível verificar que o coração agia como tendo mente própria, ao enviar sinais ao cérebro de forma autónoma e, desta forma influenciando as nossas respostas e percepção aos estímulos provocados pelas situações com as quais nos deparamos ao longo do dia. 

Assim, ficou provado que o coração pode influenciar a nossa consciência, percepção e inteligência. Inúmeros estudos demonstram que a coerência do coração é um estado fisiológico ótimo, associado a um aumento da função cognitiva, capacidade de auto-regulação, estabilidade emocional e resiliência. Estas evidências vêm reforçar as descobertas científicas, conduzidas desde os anos 60 e 70, pelos fisiologistas John e Beatrice Lacey, do Fels Research Institute, que já mostravam a forte influência do coração a vários níveis, não apenas fisiológico. 

O que é que tudo isto significa?

Significa que o coração tem uma enorme influência sobre o nosso estado emocional, mental e físico. Uma influência que tem tido pouco reconhecimento, pois tem sido atribuída quase exclusivamente ao cérebro. É este órgão, onde as nossas emoções são produzidas, que é responsável pela nossa intuição, percepção, felicidade, níveis de energia e saúde física. E estas emoções passam do indivíduo para o coletivo. 

Vamos a um exemplo prático, para ficar mais claro.

Uma pessoa que se sente frustrada no seu local de trabalho por ter sobre si uma enorme pressão, por se esforçar ao máximo e não ver o seu trabalho reconhecido, está sob um enorme stress emocional a vários níveis:

  • sente medo por não conseguir corresponder às expetativas da empresa e, consequentemente, pelo seu futuro, logo na sua capacidade em prover a sua família; 
  • sente culpa porque não tem energia para mudar a sua vida, ou seja, vive também num estado de apatia
  • sente tristeza dado que se trata de uma situação que se arrasta há já alguns anos;
  • e sente vergonha, porque os restantes membros da sua família são bem sucedidos.

Resultado: o seu médico diagnosticou-lhe uma depressão e medicou-a. Essa pessoa, devido à medicação, vai sentir-se sonolenta, sem ânimo ou iniciativa e passará a estar dependente dos medicamentos para se levantar da cama e ir trabalhar.

Trata-se de uma pessoa que sofre daquilo que eu denomino de enorme pressão emocional na sua vida laboral e pessoal. Consequentemente, vibra emoções baixas (medo, tristeza, apatia, culpa, apatia e vergonha), que conduzem a um stress prolongado e a um grande estado de ansiedade.

Como resultado do stress em que vive, a frequência cardíaca aumenta, o sistema imunológico enfraquece e surgem complicações ao nível físico. 

E por que é que isto acontece?

Isto acontece porque o nosso corpo fica viciado em emoções de baixa vibração, uma vez que estas são emoções de sobrevivência. 

Como assim, viciado?

Eu explico com um exemplo.

Chegamos ao trabalho e o diretor está mal humorado porque a direção acusou-o de não ter feito o suficiente para atingir as metas do mês. O diretor acaba por descarregar a sua frustração e raiva nos elementos da sua equipa. Consequentemente, os seus colegas sentem-se também humilhados, ofendidos e o estado de ansiedade aumenta. Logo, os níveis de stress crescem e o corpo entra em estado de alerta total. 

As emoções como a vergonha (humilhação), culpa (ofensa) e medo (ansiedade) são produzidas no coração, que envia sinais através das suas neurites sensoriais (células neurológicas) para o cérebro. Este faz múltiplas conexões neurais entre os acontecimentos na empresa e eventos passados e as emoções que são provocadas. Essas conexões enviam sinais para regiões no cérebro (hipotálamo) que vai produzir substâncias químicas (proteínas) correspondentes às emoções sentidas naquela situação e são enviados sinais para as glândulas supra renais (chacra da raíz, ligado à nossa sobrevivência), para produzirem adrenalina e cortisol para lidarmos com o stress. 

Esta reação em cadeia de estímulos elétricos e químicos acontece para proteger-nos. E para que tal aconteça, o nosso córtex frontal é “desligado”. Desta forma, o nosso raciocínio é mais lento, a tomada de decisões dificultada e as reações nulas. É a forma que o nosso corpo tem de poupar energia para reações que impliquem “fugir” de uma situação que é uma ameaça para nós mesmos.  E, para isso, a pressão arterial aumenta, os sistemas respiratório e digestivo diminuem a sua atividade (ficamos com problemas em respirar e com falta de apetite) e temos a sensação de que o cérebro “para”.

Isto tudo aconteceu para que possamos “sobreviver” àquela situação que levou a um turbilhão de emoções, sentimentos e pensamentos. Só que as mensagens químicas correspondentes a essas emoções, pensamentos e sentimentos são absorvidos pelos recetores das células, que enviam sinais ao cérebro a confirmar a mensagem recebida. É desta forma que percebemos aquilo que sentimos.

E como é que as células ficam viciadas?

Vamos lá! Sempre que experimentamos a repetição da pressão emocional ou pensamos sobre o que aconteceu, repetimos os seus caminhos neurais, hormonais e proteicos. O coração e o cérebro enviam as mesmas mensagens às células e as células confirmam a receção dessas mensagens. Até que chega a um ponto em que as células, habituadas àquele cocktail químico, como se de um medicamento se tratasse, enviam sinais ao cérebro para lhes enviar mais.

E é aqui que o corpo se torna na nossa mente. É ele que começa a enviar sinais para que o cérebro produza mais substâncias para continuar a alimentar o corpo. E o cérebro envia os sinais ao coração, que emite sinais eletromagnéticos para o ambiente externo correspondentes às emoções sentidas e pensadas para que sejam atraídas situações que as provoquem e, assim, alimente o corpo viciado.

Isto acontece como forma de proteção. É o corpo que nos está a proteger das agressões do ambiente externo. Neste caso, o mau ambiente vivido na empresa e, consequentemente, na equipa. Com o tempo, ficamos viciados nos nossos problemas, nas circunstâncias desfavoráveis e relacionamentos tóxicos. Como passamos a ter pensamentos e sentimentos que nos limitam, para que possamos sobreviver, acabamos por não conseguir sair desse círculo vicioso. 

Quando a resposta ao stress crónico é desproporcional ao que está a acontecer na realidade (por exemplo, reação excessiva do diretor perante a equipa que se esforçou ao máximo para atingir os objetivos e, ainda assim, não conseguiu), o excesso de hormonas leva a que as pessoas se tornem agressivas, egoístas, egocêntricas. Ou seja, ficam focadas na sobrevivência, pelo que priorizam o Eu – o seu Ego.

Como inverter esta situação?

Eu sei que este artigo já vai longo. Só que, depois desta longa explicação, não podia deixar de vos apresentar soluções para esta situação. Existem inúmeras. A primeira começa pelo autoconhecimento. A partir do momento em que a pessoa começa a ter consciência dos seus pensamentos, sentimentos, emoções, atitudes e comportamentos, pode agir de forma a corrigi-los e, consequentemente, começar a criar novas conexões neurais e a alterar a química presente no seu corpo. Ou seja, o corpo e a mente começam a “desintoxicar” e a regenerar. E não é preciso atingir um burn out para começar a fazer alterações no seu estilo de vida.

As técnicas quânticas e de expansão da consciência permitem uma mudança mais rápida e eficaz. Eliminam crenças e pontos de vista fixos sobre determinados temas e áreas da nossa vida e, desta forma, agem de forma a corrigi-las. Permitem ainda eliminar bloqueios energéticos presentes na mente e no corpo, bem como o seu equilíbrio energético, mental, físico e espiritual (espiritual aqui está relacionado com a conexão consigo mesmo e com tudo e com todos).

Vou dar alguns exemplos.

As Barras de Access® permitem trabalhar as emoções, a mente e o corpo em simultâneo. Com toques suaves na cabeça, as ondas cerebrais diminuem, permitem uma maior sintonia entre o coração e o cérebro e um maior alinhamento energético. Desta forma, é possível passar a ter mais consciência sobre o que se passa na nossa vida e passar a agir de acordo com o que é melhor para nós. Em consequência, a química no corpo altera-se, pelo que se dá uma desintoxicação e desinflamação no organismo.

A Desprogramação Neurobiológica®, tal como nome indica, desprograma as células dos impactos sofridos ao longo dos anos, pois todas as emoções, sentimentos e pensamentos ficam gravados na memória celular. E essa memória celular passa de geração em geração.

O Reiki permite um equilíbrio energético nos sete centros energéticos principais do nosso corpo, os denominados chacras. Cada chakra está ligado às nossas glândulas endócrinas. Como vimos no exemplo em cima, uma pessoa que sofre de medo, culpa, vergonha, apatia vive em estado de sobrevivência. A nossa sobrevivência física e material está ligada ao nosso chacra raiz, cuja energia vital (ou consciência, como denominada pela ciência) faz funcionar as glândulas supra renais, que produz as hormonas do stress.

Como podem verificar, não existe nada de místico nas técnicas energéticas e de expansão de consciência. Elas são um meio para termos mais consciência dos nossos pesanemtnos, sentimentos, emoções e respetivos comportamentos, sobre o que acontece ao longo da nossa vida, porque atraímos determinadas situações, pessoas e padrões, para que possamos corrigir a trajetória.

Só temos de escolher um caminho diferente. Escolher Ser Feliz! A partir daí, basta eliminarmos aquilo que precisa de ser eliminado. Curar o precisa de ser curado. Perdoar o que precisa de ser perdoado. Desta forma, iremos criar novas conexões neurais, alterar a química do nosso corpo, ter mais energia e emitir sinais eletromagnéticos de emoções de alta vibração (alegria, gratidão, amor, felicidade), atraindo coisas “fambulásticas” para a nossa vida. 

Eu já escolhi. E tu, o que vais escolher?

Bjs no

Tenho pensamentos suicidas. E agora?

Os pensamentos suicidas são mais recorrentes, do que possamos imaginar. Eles nada mais são do que um alerta de que ajuda é necessária, que há algo que precisa ser olhado e curado. E está tudo bem. Todos nós temos os nossos momentos de maior fragilidade. A coragem está em reconhecer os sinais e procurar ajuda. 

Quando sentem que estás a afundar-te é preciso perceber a causa. Significa que houve um evento na tua vida que foi de tal forma marcante que deu origem a um transtorno mental, que pode, inclusive, dar origem a uma tendência suicida. Entre esses transtornos mentais contam-se depressão e ansiedade, transtorno bipolar, de personalidade, abuso de substâncias, esquizofrenia, entre outros.

O que vou aqui escrever pode gerar alguma polémica. O transtorno é o que menos importa. O importante é perceber a origem desse transtorno, pois quando a pessoa comete ou tenta tirar a própria vida, revela, em simultâneo, coragem e desespero. A pessoa não consegue encontrar soluções para os seus sentimentos e pensamentos de raiva, frustração, medo, culpa, vergonha. É como se não houvesse uma luz no fundo do túnel. 

Não importa o género, idade, cidade, país, cultura… pensamentos suicidas e até o suicídio são universais. E o que  fazer nesta situação? Perceber o histórico familiar é importante, pois permite-nos ter pistas da origem da desesperança, da falta de motivação pela vida, pela ausência de motivos para continuar a viver.

Nem todos vão perceber o quanto estás a sofrer. Nem todos vão perceber porque dizes “não há motivos para continuar”, “eu não consigo superar isto. Não aguento mais”, “só quero acabar com este sofrimento”, “as coisas nunca vão melhorar”.

O que posso dizer-te é que há sempre um motivo para viver. Nem que esse motivo estares viva/o. Por vezes, uma pequena ajuda permite percebê-lo. Tirar a própria vida ou tentar contra ela não é a solução. Existem formas mais simples de conseguir superar esta fase desafiadora.

Como superar pensamentos suicidas ou tendência suicida

Técnicas de cura quântica permite ir à origem das crenças que deram origem a pensamentos negativos recorrentes e, muitas vezes, ao isolamento. Técnicas essas que permitem ir até ao subconsciente e (tal como nome indica) ao nosso campo quântico eliminar as informações que provocam um estado de total desesperança.

Por exemplo, as Barras de Access® são uma técnica que tem ajudado milhares de pessoas em 180 países a superar a depressão grave e tendência suicida. Com toques suaves em 32 ponto na cabeça permite baixar as ondas cerebrais e entrar num estado de relaxamento profundo, acessar a informações que condicionam o bem-estar físico, mental e emocional e eliminar essas informações. O melhor de tudo isto é que nem precisa reviver traumas que ficaram memorizados no subconsciente e no campo quântico e que condicionam a tua vida presente.

São milhares de testemunhos de pessoas que superaram transtornos mentais e emocionais com as Barras de Access®. Basta procurar no Youtube. Aliás, um dos grandes defensores desta técnica para superar a depressão e tendência suicida é um dos fundadores do Access Consciousness®, Dr. Dain Heer. Ele próprio sofre de diversos transtornos mentais e tinha definido um prazo para tirar a própria vida. Foram as Barras de Access® que salvaram a sua vida, como ele próprio diz.

Não tens de viver um vida sem luz. Não tens de viver uma vida sem cor. Não tens de viver uma vida sem amor. Podes ter tudo isso e muito mais. Escolhe a vida. Escolhe a ti mesma/o. Vem experimentar uma sessão gratuita. Basta entrares em contacto comigo. 

Não estás na região de Lisboa? Não importa. Entra em contacto ainda assim!

Saúde Mental começa na Saúde Emocional

O surto de COVID-19 colocou a saúde mental em ênfase, nomeadamente em grupos de maior risco, como a população mais idosa, os jovens e os profissionais de saúde. Contudo, os seus efeitos fizeram-se sentir na população em geral. Múltiplos estudos revelam que o impacto psicológico originou um agravamento no casos de depressão e ansiedade.

Foram vários os fatores que levaram a este agravamento. O medo causado pelo desconhecido, a ansiedade provocada pela elevada e rapidez de contaminação, a mudança abrupta de rotinas durante os confinamentos, o distanciamento físico, os elevados prejuízos económicos e o acentuar das desigualdades socioeconómicas, a elevada mortalidade, e a circulação de notícias falsas e polémicas agravaram, em muitas situações, a fragilidade psicossocial em que muitas pessoas já se encontram.

Por outro lado, o isolamento social, embora necessário para impedir o contágio do virus, agravou os sintomas, como humor deprimido, irritabilidade, ansiedade, medo, raiva, insónia, angústia, e levou ao aumento de consumo de álcool, tabaco e drogas. Tudo isto deveu-se a uma emoção: MEDO.

O sentimento de medo é uma reação natural do indivíduo perante uma situação que pode colocar em causa a sua sobrevivência, como é o caso de uma pandemia. No entanto, quando o medo é prolongado leva à alteração química do organismo e, consequentemente, a alterações comportamentais, como as descritas em cima.

Estudos realizados em outros surtos revelam que, após três anos, houve um aumento de risco para o aparecimento de abuso de álcool, sintomas de perturbação de stress pós-traumático e depressão. Estas são pistas para o que poderá acontecer num futuro próximo na sequência do COVID-19.

Saúde emocional: onde tudo começa

A percepção que os indivíduos fazem da realidade é criada a partir das emoções e do seu nível de consciência. O médico psiquiatra norte-americano e filósofo, David Hawkins, desenvolveu uma escala vibracional para as emoções ou Escala da Consciência. 

O medo, associado à ansiedade, está entre as emoções com menor vibração (carga energética – 100 hertz). A raiva, outra emoção muito presente na pandemia, está ligada ao ressentimento (150 hertz). A tristeza (arrependimento – 75 hertz) e a apatia (desesperança – 50 hertz) são também emoções que foram reforçadas neste período, embora os estudos não as apontem.

Uma pessoa que sofre de grandes níveis de stress e ansiedade e de depressão sente-se com menos energia, mais cansada. E não é por acaso. Pois, emoções como as mencionadas em cima têm um nível energético baixo. 

Estudos científicos têm demonstrado que pessoas com um nível elevado de consciência e resiliência conseguem ultrapassar desafios mais facilmente, mesmo os maiores como é o caso de uma pandemia e até de sequestro e situações de guerra. Isto acontece porque vibram sentimentos de elevada carga vibracional, nomeadamente a esperança, a aceitação, a alegria e a força de vontade.

Como as emoções influenciam a saúde mental

A nossa realidade é construída a partir da percepção (interpretação) das experiências que temos ao longo da nossa vida, principalmente as ocorridas entre os 0 e os 7 anos, quando se forma a nossa personalidade. Essa percepção é construída na mente. 

Na mente, a pessoa forma pensamentos (impulsos elétricos) sobre essas experiências. Essas experiências sob a forma de pensamentos são sentidas com base nas emoções (impulsos eletromagnéticos), que se formam no coração. Daqui, estes impulsos eletromagnéticos produzidos pelas neurites sensoriais do coração (células neurológicas) vão enviar sinais sobre o que está a sentir naquele momento para as glândulas presentes no cérebro. Estas irão produzir substâncias químicas de acordo com a emoção sentida. E essas substâncias irão para o organismo através da corrente sanguínea para serem recolhidas pelos receptores presentes nas membranas das células. À medida que absorvem essas substâncias forma-se a memória celular. 

Por isso, as pessoas com tendência para a reclamação e vitimização fazem-no de forma inconsciente. As suas células estão “viciadas” nas substâncias produzidas pelas emoções (mágoa, raiva, culpa, medo, tristeza) que levaram à reclamação constante e enviam sinais elétricos para o cérebro, que, com conjunto com o coração, levam a pessoa a atrair mais situações propicias à reclamação. Trata-se de um rede de comunicação entre o cérebro e o coração que influencia todo o organismo. 

A saúde emocional está diretamente relacionada com a autoestima da pessoa, pois esta garante-lhe uma maior ou menor resiliência aos acontecimentos mais adversos que possam ocorrer na sua vida. Já a saúde mental está relacionada com as reações químicas produzidas com base nas emoções. Caso haja uma excepcional de produção de hormonas, como adrenalina e cortisol, pode levar ao aparecimento de transtornos e sintomas, como irritabilidade, oscilação de humor, até depressão grave, tendência suicida, transtorno obsessivo-compulsivo, entre tantos outros.

O estigma associada à doença mental leva, em muitos casos, à demora na busca de tratamento. De acordo com a Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental, apenas um quarto dos doentes com perturbações mentais recebe tratamento e só 10% recebe o tratamento adequado. Um número muito reduzido.

Como cuidar das emoções

Na sociedade em que vivemos não fomos ensinados a lidar com as nossas emoções. Existe a crença que uma “pessoa emotiva” é “louca” ou “fraca”, o que fez com que passássemos a ignorar aquilo que sentimos. Isso leva ao aumento exponencial de doenças mentais e físicas, resultante da incapacidade de lidar com as emoções, nomeadamente com as de baixa vibração. Uma situação que conduziu à total desconexão de nós mesmos. 

O primeiro passo é acolher as emoções. Está tudo bem um dia sentir-se feliz, rir imenso, e no dia seguinte, sentir-se triste, magoada. Faz parte! Sentir é viver. As emoções fazem parte de Quem Somos. 

O segundo passo consiste em elevar a sua vibração energética. Para tal existem múltiplas técnicas e ferramentas. O desenvolvimento pessoal e autoconhecimento permite perceber muitas das causas para padrões repetitivos na vida que levam a estados de ansiedade, medo, culpa, vergonha, entre outros. A meditação permite um maior controlo sobre os pensamentos e, consequentemente, as emoções. Pode ainda recorrer a técnicas de cura quântica como as Barras de Access®, Reiki, Desprogramação Neurobiológica®, Magical Energy of Unification, Thetahealing, entre outras. 

O terceiro passo é ter um tempo para si. Deixar de lado a correria do dia a dia e aproveitar para estar só consigo mesma, fazer o que mais gosta. Tal permite uma maior conexão consigo e, consequentemente, elevar a sua vibração.

A felicidade é uma emoção de elevada vibração (600 hertz). Para lá chegar basta escolher e cuidar das suas emoções. A partir daí, tudo começa a fluir com mais facilidade, leveza, abundância e alegria. 

Cuide de si. Cuide das suas emoções. Estará a cuidar da sua mente e do seu corpo.

Para conhecer mais sobre as ferramentas que tenho disponíveis para cuidar das suas emoções, bata entrar em contacto. 

Escolha Ser Feliz! 

Insónia – o que é e como tratar sem medicamentos

Acordar ao meio da noite, rolar de um lado para o outro, sem conseguir voltar a dormir. Identifica-se com a descrição? Se isto acontece-lhe com frequência, está entre os 10% da população que sofre de insónia. 

Esta é uma condição que afeta não só o sono, como a qualidade de vida. Quem sofre deste distúrbio de sono, acaba por ficar irritadiço, com falta de energia, sofre de sonolência ao longo do dia, dores de cabeça falta de clareza mental e problemas de concentração, o que leva a um baixo rendimento labora ou escolar e aumenta a probabilidade de ocorrência de erros e acidentes.

O stress e a ansiedade provocados pelas preocupações quotidianas com trabalho, familia, dinheiro, a ocorrência de um evento traumático, são uma das principais causas geradoras de insónia, que pode ser pontual até crónica (recorrente à vários meses).

Estes são fatores que levam a um decréscimo da qualidade e da esperança de vida. A predominância de problemas de sono levam ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes e baixa imunidade, falta de apetite, dor de cabeça e de costas, alterações de peso, queda de cabelo, tonturas, entre muitos outros. Os distúrbios de sono, como a insónia, são comuns em pessoas que sofrem de depressão e ansiedade (40%) e nas mulheres, em especial durante a gravidez.

Uma mudança de hábitos é um dos primeiros passos a adoptar para melhorar a qualidade de sono: exercício físico, alimentação saudável, meditação, entre outros. Existem medicamentos para dormir, contudo podem provocar efeitos adversos com a toma prolongada. O ideal será procurar um profissional que o/a possa ajudar a melhorar a qualidade do seu sono e descobrir as causas subconscientes que estão a provocar alterações no seu ciclo de sono.

As Barras de Access® promovem a sensação de bem-estar, de paz e de calma perante os desafios diários. Por exemplo, para as pessoas que têm uma tendência de controlo, geradora de grande stress e ansiedade, as Barras de Access® permitem que soltem a necessidade de controlo das situações e pessoas. Além disso, passam a ter uma maior clareza mental, para uma tomada de decisões mais assertiva e rápida.

Já a Desprogramação Neurobiológica® permite libertar-se de sentimentos, emoções e traumas que ficaram registados nas células, e que, devido à sua sobrecarga, levaram à origem de doenças como depressão, ansiedade, insónia, entre tantas outras. 

O Reiki permite um equilíbrio energético no corpo, elevando a sensação de bem-estar físico, mental e emocional. Desta forma, a pessoa percebe que, à medida que avança nas sessões, a sua saúde é restabelecida. 

Estas são algumas das ferramentas energéticas que permitem restabelecer o seu equilíbrio emocional, mental, físico e espiritual. Restabelece o seu equilíbrio, recupera a sensação de bem-estar e enfrenta os desafios do seu dia a dia com mais tranquilidade, clareza e assertividade.

Para ir mais profundo, a mentoria terapêutica permite encontrar crenças, julgamentos e pontos de vista que condicionam a mente e, consequentemente, reações e ações que levam a resultados nem sempre desejados. A consciência do que condiciona a nossa vida e a libertação desses mesmos condicionalismos traz uma maior paz interior e felicidade. 

Porque afinal, a Felicidade é uma escolha!

E se a Felicidade for uma Escolha?

Vivemos numa sociedade moderna, na qual as pessoas vivem cada vez com melhores condições de vida e maior esperança de vida. Ainda assim, são cada vez mais as pessoas que sofrem de stress, ansiedade e depressão e em idades cada vez mais precoces. 

Parece contraditório, não é?! Esta é, contudo, uma realidade cada vez mais visível na nossa sociedade, pelas atitudes mais agressivas que assistimos no nosso dia a dia. E a pandemia colocou ainda mais em evidência os desafios da saúde mental.

E se te disser que não temos de viver assim! E se te disser que a Felicidade é uma escolha ao alcance de qualquer um! E se te disser que só tens de escolher!!

A vida é feita de ciclos. Desafios. Com uns momentos mais desafiadores do que outros. A forma como lidamos com esses ciclos e desafios determina o nosso grau de Felicidade. E lidar significa aceitar todas as emoções e sentimentos e todas as experiências na vida, incluindo as menos positivas. 

As coisas começam a complicar-se quando nos focamos apenas nos momentos e emoções menos positivos e deixamos que as crenças mergulhadas no subconsciente limitem o que podemos fazer para superar esses momentos mais desafiadores.

Tudo aquilo em que focamos a nossa atenção acaba por se concretizar. Logo se nos focarmos em sentimentos como raiva, mágoa e ressentimentos e emoções como medo, insegurança, vergonha, culpa, estaremos a fecharmo-nos para o que podemos receber de positivo na vida. E quando nos concentramos nas coisas que nos provocam alegria, gratidão, segurança, amor, estaremos a alimentar a nossa Felicidade. E a ciência já comprovou que pessoas felizes são mais criativas, resilientes, produtivas, compassivas, no fundo, mais saudáveis!

Quer ser realmente Feliz? Comece por se focar nas pequenas coisas positivas na sua vida. Num sorriso de uma criança. No calor e brilho do sol. No barulho das ondas no mar. No vento que sente no rosto. Na comida que tem à mesa e que nutre o seu corpo. Nas pessoas que tem ao seu lado e que são realmente importantes. Sinta o cheio da relva quando vai ao jardim. Oiça o cantar dos pássaros. Sinta o pelo macio do seu amigo de quatro patas. Ria. Chore. Dance. Festeje. Seja grato todos os dias por ter a oportunidade de recomeçar cada vez que acorda. Seja grato por respirar sem condicionantes. A gratidão, a presença no aqui e agora, e o amor são os ingredientes da genuína Felicidade.

Muitas empresas já perceberam a importância da Felicidade no desempenho dos seus colaboradores e, consequentemente, nos seus resultados financeiros. Para fomentarem essa Felicidade criaram uma função que está a ganhar cada vez mais relevância: Chief Happiness Officer.

Se a Felicidade é assim tão importante como podemos aumentar os níveis de Felicidade em tempos tão desafiadores? Temos de considerar o bem-estar integral do Ser Humano: físico, emocional, mental e espiritual.

Mentoria terapêutica e técnicas de expansão de consciência são ferramentas ao alcance de todos. A mudança de hábitos, como a introdução de práticas de meditação no dia a dia, cuidar das emoções, perceber como o nosso corpo reage às emoções pode trazer mudanças significativas.

As Barras de Access®, por exemplo, são uma das ferramentas que mais uso, quer em clientes quer em mim mesma. A sua eficácia em casos de depressão, tendência suicida, ansiedade, fibromialgia, ataques de pânico, transtorno de deficiência de atenção, enxaquecas, entre tantos outros, demonstram a potencialidade deste processo corporal. Além disso, quem recebe as Barras® possui maior clareza mental, mais tranquilidade, maior motivação e maior facilidade de comunicação. Elementos fundamentais para os colaboradores e empreendedores do século XXI. 

Esta é já uma técnica usada em empresas, escolas, instituições sociais e até em estabelecimentos prisionais e o seu impacto tem sido relatado em todo o mundo. Uma técnica tão simples como toques suaves em pontos na cabeça (similares a meridianos), que, quando ativados, ajudam a aliviar o stress e estimulam uma resposta neurológica positiva na pessoa. Com isto, tende a estimular a habilidade natural do corpo para se curar e provocar mudanças psicológicas para um maior bem-estar. Muitas pesquisas cientificas realizadas nos últimos anos têm demonstrado os seus múltiplos benefícios físicos, mentais e emocionais.

Uma terapia integrativa reconhecida, inclusive, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o Reiki, pode ser uma ferramenta essencial no bem-estar integral do indivíduo. Esta é uma terapia desenvolvida no Japão por Mikao Usui no século XIX e que depressa se estendeu ao Ocidente, dados os seus múltiplos benefícios, conseguidos a partir do equilíbrio energético do corpo, que se estende ao fisico, emocional e mental. Além disto, permite uma maior expansão de consciência, ou seja, permite ter uma visão mais clara dos acontecimentos na sua vida.

A Desprogramação Neurológica® é uma outra técnica energética que recomendo e ainda desconhecida em Portugal. Tal como o nome indica, trata-se da desprogramação das células da percepção que criamos perante situações, que ficam “gravada” na células e que podem dar origem a doenças, ataques de pânico, depressão e até à ineficácia de perda de peso, só para citar algumas. A epigenética já comprovou que o comportamento das nossas células altera-se de acordo com os nossos sentimentos e emoções. E que essas alterações podem dar origem a doenças como o cancro, provocado também pela desvitalização dos chakras.

A juntar a tudo isto, uma mudança no estilo de vida, uma alimentação mais saudável, exercício físico, meditação e uma maior consciência sobre o que se passa consigo e à sua volta podem trazer inúmeras mudanças benéficas na sua vida. Só tem de escolher!

E o que vai escolher? Já escolheu ser Feliz hoje?

Sim, superar a depressão é possível

Sim, superar a depressão é possível! Filipa Gustavo julgava que a sua vida decorria de forma normal. A sua rotina consistia a ir de casa – trabalho – casa, levar os filhos à escola, cuidar da casa, filhos e marido. E ela, será que cuida de si mesma?

Embora tenha construído uma vida de sucesso – ou aquilo que ela aprendeu da família e sociedade como sendo sucesso -, sofria de stress e ansiedade constantes e, inclusive, desconfiava que sofria também de depressão. 

Sente-se esgotada física e emocionalmente, sem ânimo no trabalho, onde o assédio moral era constante, um marido que pouco apoia emocionalmente, e os filhos que exigem dela atenção e acompanhamento escolar. Há dias que só apetece desaparecer!!

Não tem de ser assim! A vida é um dom incrível, que devemos usufruir com facilidade, leveza e alegria. Contudo, desde que nascemos, as crenças que nos foram incutidas e cristalizámos ao longo de anos não nos permitem ver a beleza que é estarmos vivos.

A Filipa Gustavo não é a única a sofrer de depressão e ansiedade. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), no mundo são já 260 milhões de pessoas, com tendência a aumentar. E o número de medicamentos para disfarçar estas doenças tem escalado nos últimos anos. Disfarçar? Sim, porque é isso que fazem, pois não cuidam das causas emocionais que levam à depressão.

Mais do que um sentimento de tristeza persistente, melancolia, sem vontade para nada, a depressão é um problema de saúde que afeta corpo e mente. Além dos pensamentos que poluem a mente, a qualidade do sono altera-se, a irritabilidade toma conta, a reclamação passa a ser uma constante, o estado de vitimização instala-se. A alimentação sofre com isso. Até as tarefas mais simples, como sair da cama de manhã ou vestir, parecem difíceis. A energia parece ter evaporado… 

A pandemia e as consequentes medidas de confinamento acabam por agravar o bem-estar e saúde mental de pessoas já fragilizadas. O stress económico, o distanciamento social, o medo gerado pelos riscos à saúde, o facto de atividades antes rotineiras terem deixado de o ser e a incerteza quanto ao futuro, provocam um aumento de stress e ansiedade. 

A isto tudo soma-se a pressão e sobrecarga de trabalho e o risco de exposição ao vírus e, consequentemente, às suas famílias. 

Mesmo nos momentos mais desafiadores da nossa vida podemos superá-los com mais ou menos facilidade. Uma pessoa segura de si, com autoestima e amor próprio consegue ver soluções onde outros vêem desafios, muitas vezes, intransponíveis. Retira lições e avança com mais segurança.

Recomendada por uma amiga, Filipa Gustavo fez uma sessão de Barras de Access®. Estava ansiosa, pois apenas conhecia o que a sua amiga lhe relatou. Antes da sessão, sentada na poltrona, contou um pouco sobre si, as suas inseguranças e o motivo que a tinha levado ali.

Com a poltrona inclinada, as Barras começaram a ser corridas na sua cabeça. A tensão com que chegou foi diminuindo e acabou por adormecer. As Barras de Access® são uma técnica suave e não invasiva de toque leve em 32 pontos na cabeça, que permite libertar bloqueios físicos e mentais e traumas que foram armazenados no corpo e aumenta as atitudes positivas em relação à vida, trazendo mais facilidade em todas as áreas da vida.

No dia seguinte, Filipa Gustavo envia uma mensagem a contar que tinha acordado com mais disposição, energia e motivação. Tinha, inclusive, sorrido para o marido e os filhos. Algo que não fazia há muito tempo. Tanto que já não se lembrava quando o tinha feito pela última vez.

A caminho para a escola, a filha mais velha, Margarida, de 8 anos, disse-lhe que gostava do sorriso dela e perguntou-lhe porque não o fazia mais vezes. Depois de um beijo de despedida e um até logo, Filipa Gustavo não conseguiu segurar a lágrima que corria pelo rosto, envolta de um sentimento profundo de amor, alegria e leveza. Até o seu dia no trabalho correu com mais facilidade. Marcou nova sessão. Agora as Barras fazem parte da sua rotina de autocuidado.

Os efeitos das Barras de Access® são comprovados cientificamente, diferem de pessoa para pessoa e de sessão para sessão. Quem recebe a aplicação de Barras sente:

  • um aumento significativo de sentimentos de alegria, felicidade, gratidão, bondade e pax;
  • mais motivação e facilidade de comunicação; 
  • maior clareza mental e diminuição de stress e ansiedade; 
  • melhoria na qualidade do sono; 
  • redução das enxaquecas; 
  • diminuição de sintomas de depressão e ataques de pânico;
  • melhoria em DDA (Distúrbio Défice de Atenção), TDAH (Transtorno de Défice de Atenção com Hiperatividade) e TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo).

Sim, a felicidade é uma escolha. Agora percebo isso e escolho Ser Feliz!, disse Filipa Gustavo, depois de uma sessão, dando um abraço. Hoje, ela e o marido estão no programa de Mentoria Para Ir Além e a relação deles está transformada. 

Filipa Gustavo escolheu Ser Feliz! Também vai escolher!? Como pode melhorar? O que mais é possível na sua vida?

Eu posso ser a contribuição que se requer na sua vida. Agende agora mesmo!

Sentes falta de motivação? Este texto é para ti!

Sabes aqueles momentos em que a motivação parece ter ido para outro continente ou quando o cansaço insiste em não te largar? Pois é, também estive aí. Tal como tu! Há momentos em que parece que vem um tsunami de emoções e as coisas sucedem-se. Nem sempre da melhor forma. 

Só que não tem de ser assim. Posso te dizer que é possível viver com facilidade, alegria, leveza e abundância em todos os aspectos da nossa vida. Só tens de escolher. Porque, afinal, Ser Feliz é uma escolha!

Existem inúmeras ferramentas de autoconhecimento que te permitem estar em contacto com as tuas sombras, dores, máscaras… no fundo as tuas feridas que cristalizaram crenças e julgamentos no teu subconsciente. Se quiseres ir até ao fundo, trazer tudo isso para o consciente e ressignificar, aplaudo-te! Nem todos têm essa coragem. Muitos desistem a meio do caminho. 

Deixar-nos vulneráveis para reconhecer aquilo que nos limite requer coragem e compromisso. E nem todos têm, nem mesmo consigo mesmo. Isso é a crença de falta de merecimento a “falar” mais alto.

Digo-te isto não para desanimar-te. Contigo não tem de ser assim. Podes (e deves) seguir em frente. E, posso garantir-te, que nem precisas de entrar em contacto com aquilo que te prende ao passado, com aquilo que provoca ansiedade quanto ao futuro, nem com aquilo que limita o teu receber, desde a coisa mais simples. E aqueles pensamento negativos que teimam em saltitar na tua mente… esses deixam de te incomodar. E, quando te deres conta, eles desapareceram.

Barras de Access® – Quando tudo fica mais fácil e leve

Apresento-te as Barras de Access®. Uma técnica de cura quântica que, com o decorrer das sessões, aquilo que te incomodava, seja a nível mental, emocional, físico e espiritual (aqui espiritual é a desconexão connosco mesmos), desaparece. 

Como assim, Sandra?

Sim! As Barras de Access® criam uma sensação de paz, facilidade, felicidade e esperança. 

Esperança?

Sim, esperança. Os resultados ficam cada vez evidentes com o decorrer das sessões. Além de eliminares pensamentos negativos recorrentes, estado de ansiedade e stress, sentimentos de nostalgia, tristeza, melancolia, também elimina a toxicidade e inflamação do corpo físico, eliminando, muitas vezes, doenças, inclusive crónicas. Passas a estar mais presente no teu dia a dia.

À medida que as tuas Barras são corridas tens mais clareza em todas as áreas da tua vida, em que te sentes estagnada. À medida que vais libertando do impacto de sentimentos, emoções e pensamentos de traumas, percepções negativas e outros, começas a abrir uma infinidade de oportunidades a nível de saúde física, mental e emocional. Com isto a tua vida a nível financeiro, relacionamentos, trabalho e até corpo sofrem alterações. Desta forma, tudo começa a fluir com mais facilidade. 

Muitas pessoas sentem mais motivação e uma sensação de leveza e alegria logo na primeira sessão. Com várias sessões acabam por deixar a medicação que tomavam para a depressão (sempre seguindo a indicação médica), por exemplo. 

As Barras promovem uma mudança energética naquilo que tem mantém presa e nem precisas saber o quê. Não é maravilhoso?! Mais! A cada vez que corres as Barras (sim, é assim que se denomina a aplicação) sentes-te mais energizada, feliz e empoderada!

O que vais escolher?

Depressão na Adolescência – para levar a sério e como tratar

A depressão entre os jovens tem vindo a aumentar com a pandemia. Se antes os níveis entre os jovens já era preocupante, a situação agravou-se com o distanciamento social. Com a depressão vem o desespero dos pais sem saberem como agir para ajudar os filhos e, muitas vezes, tentativas de suicídio e mutilação. Encontra-se nesta situação? Então este artigo é para si!

Os sintomas são emocionais, hormonais, sociais, biológicas… Para cada um, a depressão acontece de um jeito. A adolescência é uma fase de afirmação de personalidade e identificação de grupo. Trata-se de um momento de grande transformação, como que um rito de passagem de criança para a fase adulta, com todas as responsabilidade inerentes. 

Nesta fase, os adolescentes sentem necessidade de identificação de grupo, passam pelos primeiros amores, mudanças de corpo, inserção na vida sexual, imposição de escolha de uma profissão como forma de garantir o seu futuro, obstáculos no estabelecimento de autoestima… A juntar a isto tudo, o uso indiscriminado das redes sociais e a frustração por não alcançarem a “vida perfeita” das redes afeta de forma negativa a sua autoconfiança, muitas vezes já fragilizada no contexto social e familiar.

Tudo isto faz com que sejam uma verdadeira “panela de pressão” no que diz respeito ao seu humor e vulneráveis no que diz respeito a transtornos mentais. Muitas vezes, os sintomas de depressão são confundidos por “drama de aborrecente”, “adolescentes…” ou “vai passar”.

Mas nem sempre passa…Além de uma sensação de dor crónica sem identificação aparente, a depressão provoca alterações a nível fisiológico, como diminuição do sistema imunológico e aumento dos processo inflamatórios, que podem dar origem, inclusive, a doenças cardiovasculares. 

O suicídio é a terceira causa de morte do jovens no mundo, de acordo com dados da Organização mundial de Saúde. E 70% dos jovens vivem clinicamente deprimidos.

Como identificar se o jovem sofre de depressão

Um jovem depressivo apresenta sinais que devem ser de alerta para amigos e familiares:

  • Raiva e irritabilidade, nomeadamente quebrar objetos e agredir pessoas;
  • Problemas de memória e concentração, mesmo nas atividades mais simples, e esquecimento e eventos e atividades;
  • Alterações no sono e apetite;
  • Desesperança, quando o jovem deixa de acreditar em si e no seu futuro e no uso de expressões como “eu sou um fracasso”, “as coisas nunca dão certo para mim”, “a vida é difícil”, “ninguém gosta de mim”…
  • Isolamento, quando deixa de sair com amigos e passa muito tempo sozinho no quarto;
  • Falta de interesse por atividades que antes eram importantes para ele/ela;
  • Automutilação, numa tentativa de alivio da dor emocional. Geralmente cortam-se ou queimam o corpo em zonas de difíceis de se verem, como a barriga e parte interna das coxas;
  • Ideação suicida, quando o jovem manifesta que está farto/farta da vida, que não aguenta mais ou o uso de expressão como “quero dormir por anos”, “quero sumir e começar tudo de novo” ou “a vida não tem sentido”

Como ajudar quando mais do que um destes sintomas se apresentam? Além de todo o afeto e acompanhamento que pode dar ao jovem, procure gerir o stress pelo qual o jovem está a passar, procure que ele/ela tenha um hobbie de que goste, faça exercício físico e tenha um sono de qualidade. Caso se sinta perdido/a, sem saber mais o que fazer, procure ajuda de um profissional.

Muito profissionais irão indicar medicamentos antidepressivos para alterar a química do cérebro. Contudo, as causas que levaram o adolescente ao estado depressivo acabam por ficar camufladas e não são tratadas.

As Barras de Access® apresentam ótimos resultados. Inclusive, um dos criadores do Access Consciousness®, Dr. Dain Heer, superou a depressão e tentativa de suicídio com esta técnica. Houve uma altura na sua vida que se sentia tão perdido, tão desesperado, que marcou a data para cometer suicídio. Graças às Barras de Access® passou a sentir mais motivação, disposição e felicidade. Hoje protagoniza uma campanha para a prevenção do suicídio. Pode saber mais aqui.

O que são as Barras de Access® e como elas funcionam? As Barras são 32 pontos na cabeça que, quando tocados, libertam condicionamentos mentais e emocionais ligados a várias áreas na nossa vida: comunicação, controle, criatividade, tristeza, alegria, sonhos e esperanças, etc. Muitas vezes,  durante as sessões, as pessoas lembram-se de situações antigas na sua vida que, inconscientemente, estavam a prendê-las a emoções como o medo, raiva, vergonha ou culpa, que estavam a condicionar a sua vida sem se dar conta e a provocar doenças. Os seus benefícios são já comprovados pela ciência.

Devido à situação pandémica em que vivemos e às restrições de circulação, a Desprogramação Neurobiológica® (DNB) tem a vantagem de poder ser feita à distância. Tal como as Barras, a DNB desprograma (tal como o nome indica) as células que sofreram alterações químicas devido a situações de stress, traumas, medo, entre outros, que podem levar a distúrbios emocionais, mentais e, em último estágio, a doenças físicas. Trata-se de uma técnica recente com resultados já comprovados.

Em alternativa, a mentoria permite um maior acompanhamento para a tomada de consciência de comportamentos, conflitos, crenças e limitações emocionais e mentais que levam o adolescente à falta de autoestima e até à depressão. Em sessões práticas, com recurso a exercícios e várias técnicas e ferramentas terapêuticas e de expansão de consciência levam a que o adolescente perceba o que se passa à sua volta, o que é de sua responsabilidade e o que não é e o que pode escolher de diferente.

Qualquer uma destas alternativa não invalida o acompanhamento de profissionais de saúde. Aliás, reforço sempre que devem complementar outros tratamentos, de forma a ter resultados mais rápidos e profundos, pois as causas emocionais e mentais que conduzem a estados de depressão sejam explorados e eliminados. Desta forma, os adolescentes libertam-se de condicionantes que, em adultos, estariam ainda a limitar as suas vidas a nível pessoal, profissional e até nos seus relacionamentos.

Se tem um familiar, amigo ou adolescente com depressão, ofereça a sua ajuda para superar o momento em que encontra o quanto antes! É mais fácil abrirem-se com quem não conhecem. Quanto mais cedo melhor, de forma a evitar sequelas maiores na vida de todos.

Burnout – O que é e como pode ser tratado

Muitos de nós estão familiarizados com o chamado burnout, ainda que muito associado a altos executivos e profissionais de saúde. A realidade, no entanto, mostra que o burnout pode atingir qualquer um de nós e são cada vez mais as pessoas que sofrem deste síndrome.

O burnout é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma sensação de exaustão física e emocional causada pela exposição prolongada a stress no local de trabalho, que origina exaustão física, sensação de incapacidade em lidar com as situações, baixa produtividade e com consequências na saúde.

Um dos maiores desafios que cerca o burnout é o estigma associado, principalmente em ambientes de trabalho onde impera a pressão sobre resultados. Em resultado, as relações laborais degradam-se, o nível de stress aumenta e o absentismo acaba por afetar a produtividade e, claro, os resultados.

Persiste a crença de que o auto-cuidado é sinal de fraqueza. Vivemos numa sociedade que não admite o fracasso. Onde persiste a crença de que apenas o mais forte sobrevive. Só que a realidade é outra. E a ciência tem vindo a demonstrar isso mesmo. A sobrevivência está, isso sim, na cooperação.

Com a pandemia, o home office tornou-se uma realidade para muitos profissionais, que passaram a trabalhar mais horas e com maior pressão para mostrar resultados. Ora, quando a situação se agrava, a depressão e ansiedade começam a apoderar-se, verificam-se alterações de comportamento e surgem múltiplas doenças físicas causas pelo stress crónico não tratado.

Como tratar o burnout sem medicamentos

Do que tenho observado nos meus clientes enquanto Life Coach e consultora, as Barras de Access® são uma das técnicas de cura quântica com melhores resultados:

  • Diminuição do stress;
  • Diminuição da conversa mental;
  • Diminuição dos padrões de pensamentos negativos e limitantes;
  • Redução de sobrecarga;
  • Melhora do bem-estar geral;
  • Facilidade em dormir;
  • Relaxamento profundo;
  • Sentiments crescentes de felicidade e gratidão.

Claro que os resultados são mais ou menos rápidos dependendo de pessoa para pessoa, de sessão para sessão. Ao tocar suavemente nos pontos das Barras de Access® na cabeça, as ondas cerebrais ficam mais lentas. Alteram-se do estado delta (modo de atenção) para alfa e theta (modo relaxamento). Verifica-se ainda uma coerência cerebral, que optimiza o desempenho do cérebro, aumenta a capacidade de concentração e melhora a estabilidade emocional.

Vários estudos científicos demonstram que uma sessão de Barras de Access® (entre 50m e 90m) podem produzir resultados significativos em casos de depressão e ansiedade. 

A Desprogramação Neurobiológica® (DNB) é uma outra técnica que recomendo aos meus clientes, quando estamos a lidar com burnout, pois permite libertar os seus impactos do corpo. Situações de exposição prolongada ao stress originam uma produção elevada de hormonas, como a adrenalina e cortisol. As nossas células absorvem estas substâncias químicas, dando origem a múltiplas doenças físicas, tais como problemas gastrointestinais, enxaquecas, tensão arterial elevada, problemas cardiovasculares, entre muitas outras. Com a DNB, as células regressam ao seu estado original e o organismo recupera o seu equilíbrio.

Se desconfia que está a entrar numa situação de burnout ou se identifica alguns sintomas, procure ajuda. Procurar ajuda é um ato de coragem. Auto-cuidado é um ato de amor próprio. Ao estar bem consigo mesmo, estará com os outros. 

Aumente a produtividade e motivação dos seus colaboradores

Mais felicidade e resultados nas empresas. Isso é possível? Sim, com as Barras de Access®. Uma ferramenta fácil e simples que promover qualidade de vida, felicidade e aumento do desempenho profissional.

Inúmeros estudos têm, há várias décadas, comprovado que um ótimo ambiente de trabalho promove melhores resultados, na sequência de um ambiente colaborativo, feliz e motivado. São já muitas as empresas que olham para o bem-estar físico, mental e emocional dos seus colaboradores como uma mais valia. E os resultados surpreendem a cada ano!

Muitas empresas já oferecem programas de Wellness aos seus colaboradores, com atividades como ginástica laboral, massagens, yoga, etc. Contudo, nem sempre com os resultados esperados. Os conflitos, tensões, stress e ansiedade são desafios diários.

Estão interessados em aumentar a produtividade e a facilidade em geral? Qual seria a sensação de criar um ambiente de trabalho onde os colaboradores têm entusiasmo por estarem lá?

Vamos ao que importa?! O que as empresas ganham com a introdução das Barras de Access® nos seus programas de benefícios? 

  • Diminuição de stress, ansiedade e irritabilidade;
  • Colaboradores mais satisfeitos, motivados e comprometidos;
  • Ambiente de trabalho descontraído, colaborativo, harmonioso e pacífico;
  • Aumento da autoestima, confiança e bem-estar integral dos seus colaboradores;
  • Melhora significativa na comunicação e relações interpessoais;
  • Melhoria de desempenho profissional;
  • Mais criatividade e novas ideias mais fluidas;
  • Mais concentração e foco nas tarefas;
  • Maior produtividade e proatividade;
  • Redução do absentismo devido a doenças;
  • Facilidade em encontrar soluções e em lidar com os desafios diários;
  • Redução de bloqueios provocados pelo stress, frustração, ansiedade, etc.;
  • Maior assertividade e rapidez na tomada de decisões;
  • Entre outras.

Alta produtividade, redução de absentismo e baixa rotatividade

Todos estes benefícios conseguidos com a frequência de sessões das Barras de Access® permitem que empresas registem uma alta produtividade, uma redução no absentismo e uma baixa rotatividade. Cada vez mais pessoas procuram empresas que se preocupem com o seu bem-estar integral. Algo que não é só para as grandes multinacionais. É para todas!

Além de todos os benefícios alcançados para a empresa, as Barras de Access® melhoram vários aspetos na vida das pessoas que recebem esta técnica, pois cuida dos aspetos emocionais, mentais e físicos. No final, os relacionamentos dentro e fora da empresa melhoram!

Os resultados obtidos com as Barras de Access® são tais que são uma técnica que tem se propagado em todos o mundo, em empresas, escolas, estabelecimentos prisionais, polícia, orfanatos, hospitais, clínicas, veterinários, campos de refugiados, etc.

Afinal o que são as Barras de Access®? São 32 pontos na cabeça que, quando tocados suavemente, permitem libertar bloqueios emocionais e mentais, silenciar pensamentos, aliviar sentimentos e emoções negativos provocados pelo stress provocado pelas pressões do dia a dia e desafios que a vida coloca a todos. Ao tocar nesses pontos, as ondas cerebrais desaceleram, para um modo de relaxamento, verifica-se uma coerência cerebral, optimiza o desempenho do cérebro, aumenta a capacidade de concentração e melhora a estabilidade emocional. 

Isto e muito mais já foi comprovado pelos estudos científicos realizados a pessoas que receberam sessões de Barras de Access®. Uma pesquisa cientifica realizada pela Dra. Terrie Hope, publicada, em 2017, no Journal of Energy Psycology, mostra que as Barras de Access® provocaram uma diminuição de 83% na gravidade de sintomas de depressão e de 85% dos sintomas de ansiedade e todos os participantes demonstraram um aumento na coerência cerebral. 

A cientista registou ainda que os participantes do seu estudo que, antes das sessões de Barras de Access®, relataram uma sensação de frustração, autocrítica, perda de prazer e agitação, terminaram a sessão com a sensação de que estes sintomas tinham desaparecido por completo. 

Já o neurocientista Dr. Jeffrey Fanning verificou que as Barras de Access® têm um efeito neurológico positivo imediato, idêntico ao experimentado por mediantes avançados.

Para conhecer mais e como levar as Barras de Access® para a empresa que representa, entre em contacto.