Depressão na Adolescência – para levar a sério e como tratar

A depressão entre os jovens tem vindo a aumentar com a pandemia. Se antes os níveis entre os jovens já era preocupante, a situação agravou-se com o distanciamento social. Com a depressão vem o desespero dos pais sem saberem como agir para ajudar os filhos e, muitas vezes, tentativas de suicídio e mutilação. Encontra-se nesta situação? Então este artigo é para si!

Os sintomas são emocionais, hormonais, sociais, biológicas… Para cada um, a depressão acontece de um jeito. A adolescência é uma fase de afirmação de personalidade e identificação de grupo. Trata-se de um momento de grande transformação, como que um rito de passagem de criança para a fase adulta, com todas as responsabilidade inerentes. 

Nesta fase, os adolescentes sentem necessidade de identificação de grupo, passam pelos primeiros amores, mudanças de corpo, inserção na vida sexual, imposição de escolha de uma profissão como forma de garantir o seu futuro, obstáculos no estabelecimento de autoestima… A juntar a isto tudo, o uso indiscriminado das redes sociais e a frustração por não alcançarem a “vida perfeita” das redes afeta de forma negativa a sua autoconfiança, muitas vezes já fragilizada no contexto social e familiar.

Tudo isto faz com que sejam uma verdadeira “panela de pressão” no que diz respeito ao seu humor e vulneráveis no que diz respeito a transtornos mentais. Muitas vezes, os sintomas de depressão são confundidos por “drama de aborrecente”, “adolescentes…” ou “vai passar”.

Mas nem sempre passa…Além de uma sensação de dor crónica sem identificação aparente, a depressão provoca alterações a nível fisiológico, como diminuição do sistema imunológico e aumento dos processo inflamatórios, que podem dar origem, inclusive, a doenças cardiovasculares. 

O suicídio é a terceira causa de morte do jovens no mundo, de acordo com dados da Organização mundial de Saúde. E 70% dos jovens vivem clinicamente deprimidos.

Como identificar se o jovem sofre de depressão

Um jovem depressivo apresenta sinais que devem ser de alerta para amigos e familiares:

  • Raiva e irritabilidade, nomeadamente quebrar objetos e agredir pessoas;
  • Problemas de memória e concentração, mesmo nas atividades mais simples, e esquecimento e eventos e atividades;
  • Alterações no sono e apetite;
  • Desesperança, quando o jovem deixa de acreditar em si e no seu futuro e no uso de expressões como “eu sou um fracasso”, “as coisas nunca dão certo para mim”, “a vida é difícil”, “ninguém gosta de mim”…
  • Isolamento, quando deixa de sair com amigos e passa muito tempo sozinho no quarto;
  • Falta de interesse por atividades que antes eram importantes para ele/ela;
  • Automutilação, numa tentativa de alivio da dor emocional. Geralmente cortam-se ou queimam o corpo em zonas de difíceis de se verem, como a barriga e parte interna das coxas;
  • Ideação suicida, quando o jovem manifesta que está farto/farta da vida, que não aguenta mais ou o uso de expressão como “quero dormir por anos”, “quero sumir e começar tudo de novo” ou “a vida não tem sentido”

Como ajudar quando mais do que um destes sintomas se apresentam? Além de todo o afeto e acompanhamento que pode dar ao jovem, procure gerir o stress pelo qual o jovem está a passar, procure que ele/ela tenha um hobbie de que goste, faça exercício físico e tenha um sono de qualidade. Caso se sinta perdido/a, sem saber mais o que fazer, procure ajuda de um profissional.

Muito profissionais irão indicar medicamentos antidepressivos para alterar a química do cérebro. Contudo, as causas que levaram o adolescente ao estado depressivo acabam por ficar camufladas e não são tratadas.

As Barras de Access® apresentam ótimos resultados. Inclusive, um dos criadores do Access Consciousness®, Dr. Dain Heer, superou a depressão e tentativa de suicídio com esta técnica. Houve uma altura na sua vida que se sentia tão perdido, tão desesperado, que marcou a data para cometer suicídio. Graças às Barras de Access® passou a sentir mais motivação, disposição e felicidade. Hoje protagoniza uma campanha para a prevenção do suicídio. Pode saber mais aqui.

O que são as Barras de Access® e como elas funcionam? As Barras são 32 pontos na cabeça que, quando tocados, libertam condicionamentos mentais e emocionais ligados a várias áreas na nossa vida: comunicação, controle, criatividade, tristeza, alegria, sonhos e esperanças, etc. Muitas vezes,  durante as sessões, as pessoas lembram-se de situações antigas na sua vida que, inconscientemente, estavam a prendê-las a emoções como o medo, raiva, vergonha ou culpa, que estavam a condicionar a sua vida sem se dar conta e a provocar doenças. Os seus benefícios são já comprovados pela ciência.

Devido à situação pandémica em que vivemos e às restrições de circulação, a Desprogramação Neurobiológica® (DNB) tem a vantagem de poder ser feita à distância. Tal como as Barras, a DNB desprograma (tal como o nome indica) as células que sofreram alterações químicas devido a situações de stress, traumas, medo, entre outros, que podem levar a distúrbios emocionais, mentais e, em último estágio, a doenças físicas. Trata-se de uma técnica recente com resultados já comprovados.

Em alternativa, a mentoria permite um maior acompanhamento para a tomada de consciência de comportamentos, conflitos, crenças e limitações emocionais e mentais que levam o adolescente à falta de autoestima e até à depressão. Em sessões práticas, com recurso a exercícios e várias técnicas e ferramentas terapêuticas e de expansão de consciência levam a que o adolescente perceba o que se passa à sua volta, o que é de sua responsabilidade e o que não é e o que pode escolher de diferente.

Qualquer uma destas alternativa não invalida o acompanhamento de profissionais de saúde. Aliás, reforço sempre que devem complementar outros tratamentos, de forma a ter resultados mais rápidos e profundos, pois as causas emocionais e mentais que conduzem a estados de depressão sejam explorados e eliminados. Desta forma, os adolescentes libertam-se de condicionantes que, em adultos, estariam ainda a limitar as suas vidas a nível pessoal, profissional e até nos seus relacionamentos.

Se tem um familiar, amigo ou adolescente com depressão, ofereça a sua ajuda para superar o momento em que encontra o quanto antes! É mais fácil abrirem-se com quem não conhecem. Quanto mais cedo melhor, de forma a evitar sequelas maiores na vida de todos.

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