Saúde Mental começa na Saúde Emocional

O surto de COVID-19 colocou a saúde mental em ênfase, nomeadamente em grupos de maior risco, como a população mais idosa, os jovens e os profissionais de saúde. Contudo, os seus efeitos fizeram-se sentir na população em geral. Múltiplos estudos revelam que o impacto psicológico originou um agravamento no casos de depressão e ansiedade.

Foram vários os fatores que levaram a este agravamento. O medo causado pelo desconhecido, a ansiedade provocada pela elevada e rapidez de contaminação, a mudança abrupta de rotinas durante os confinamentos, o distanciamento físico, os elevados prejuízos económicos e o acentuar das desigualdades socioeconómicas, a elevada mortalidade, e a circulação de notícias falsas e polémicas agravaram, em muitas situações, a fragilidade psicossocial em que muitas pessoas já se encontram.

Por outro lado, o isolamento social, embora necessário para impedir o contágio do virus, agravou os sintomas, como humor deprimido, irritabilidade, ansiedade, medo, raiva, insónia, angústia, e levou ao aumento de consumo de álcool, tabaco e drogas. Tudo isto deveu-se a uma emoção: MEDO.

O sentimento de medo é uma reação natural do indivíduo perante uma situação que pode colocar em causa a sua sobrevivência, como é o caso de uma pandemia. No entanto, quando o medo é prolongado leva à alteração química do organismo e, consequentemente, a alterações comportamentais, como as descritas em cima.

Estudos realizados em outros surtos revelam que, após três anos, houve um aumento de risco para o aparecimento de abuso de álcool, sintomas de perturbação de stress pós-traumático e depressão. Estas são pistas para o que poderá acontecer num futuro próximo na sequência do COVID-19.

Saúde emocional: onde tudo começa

A percepção que os indivíduos fazem da realidade é criada a partir das emoções e do seu nível de consciência. O médico psiquiatra norte-americano e filósofo, David Hawkins, desenvolveu uma escala vibracional para as emoções ou Escala da Consciência. 

O medo, associado à ansiedade, está entre as emoções com menor vibração (carga energética – 100 hertz). A raiva, outra emoção muito presente na pandemia, está ligada ao ressentimento (150 hertz). A tristeza (arrependimento – 75 hertz) e a apatia (desesperança – 50 hertz) são também emoções que foram reforçadas neste período, embora os estudos não as apontem.

Uma pessoa que sofre de grandes níveis de stress e ansiedade e de depressão sente-se com menos energia, mais cansada. E não é por acaso. Pois, emoções como as mencionadas em cima têm um nível energético baixo. 

Estudos científicos têm demonstrado que pessoas com um nível elevado de consciência e resiliência conseguem ultrapassar desafios mais facilmente, mesmo os maiores como é o caso de uma pandemia e até de sequestro e situações de guerra. Isto acontece porque vibram sentimentos de elevada carga vibracional, nomeadamente a esperança, a aceitação, a alegria e a força de vontade.

Como as emoções influenciam a saúde mental

A nossa realidade é construída a partir da percepção (interpretação) das experiências que temos ao longo da nossa vida, principalmente as ocorridas entre os 0 e os 7 anos, quando se forma a nossa personalidade. Essa percepção é construída na mente. 

Na mente, a pessoa forma pensamentos (impulsos elétricos) sobre essas experiências. Essas experiências sob a forma de pensamentos são sentidas com base nas emoções (impulsos eletromagnéticos), que se formam no coração. Daqui, estes impulsos eletromagnéticos produzidos pelas neurites sensoriais do coração (células neurológicas) vão enviar sinais sobre o que está a sentir naquele momento para as glândulas presentes no cérebro. Estas irão produzir substâncias químicas de acordo com a emoção sentida. E essas substâncias irão para o organismo através da corrente sanguínea para serem recolhidas pelos receptores presentes nas membranas das células. À medida que absorvem essas substâncias forma-se a memória celular. 

Por isso, as pessoas com tendência para a reclamação e vitimização fazem-no de forma inconsciente. As suas células estão “viciadas” nas substâncias produzidas pelas emoções (mágoa, raiva, culpa, medo, tristeza) que levaram à reclamação constante e enviam sinais elétricos para o cérebro, que, com conjunto com o coração, levam a pessoa a atrair mais situações propicias à reclamação. Trata-se de um rede de comunicação entre o cérebro e o coração que influencia todo o organismo. 

A saúde emocional está diretamente relacionada com a autoestima da pessoa, pois esta garante-lhe uma maior ou menor resiliência aos acontecimentos mais adversos que possam ocorrer na sua vida. Já a saúde mental está relacionada com as reações químicas produzidas com base nas emoções. Caso haja uma excepcional de produção de hormonas, como adrenalina e cortisol, pode levar ao aparecimento de transtornos e sintomas, como irritabilidade, oscilação de humor, até depressão grave, tendência suicida, transtorno obsessivo-compulsivo, entre tantos outros.

O estigma associada à doença mental leva, em muitos casos, à demora na busca de tratamento. De acordo com a Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental, apenas um quarto dos doentes com perturbações mentais recebe tratamento e só 10% recebe o tratamento adequado. Um número muito reduzido.

Como cuidar das emoções

Na sociedade em que vivemos não fomos ensinados a lidar com as nossas emoções. Existe a crença que uma “pessoa emotiva” é “louca” ou “fraca”, o que fez com que passássemos a ignorar aquilo que sentimos. Isso leva ao aumento exponencial de doenças mentais e físicas, resultante da incapacidade de lidar com as emoções, nomeadamente com as de baixa vibração. Uma situação que conduziu à total desconexão de nós mesmos. 

O primeiro passo é acolher as emoções. Está tudo bem um dia sentir-se feliz, rir imenso, e no dia seguinte, sentir-se triste, magoada. Faz parte! Sentir é viver. As emoções fazem parte de Quem Somos. 

O segundo passo consiste em elevar a sua vibração energética. Para tal existem múltiplas técnicas e ferramentas. O desenvolvimento pessoal e autoconhecimento permite perceber muitas das causas para padrões repetitivos na vida que levam a estados de ansiedade, medo, culpa, vergonha, entre outros. A meditação permite um maior controlo sobre os pensamentos e, consequentemente, as emoções. Pode ainda recorrer a técnicas de cura quântica como as Barras de Access®, Reiki, Desprogramação Neurobiológica®, Magical Energy of Unification, Thetahealing, entre outras. 

O terceiro passo é ter um tempo para si. Deixar de lado a correria do dia a dia e aproveitar para estar só consigo mesma, fazer o que mais gosta. Tal permite uma maior conexão consigo e, consequentemente, elevar a sua vibração.

A felicidade é uma emoção de elevada vibração (600 hertz). Para lá chegar basta escolher e cuidar das suas emoções. A partir daí, tudo começa a fluir com mais facilidade, leveza, abundância e alegria. 

Cuide de si. Cuide das suas emoções. Estará a cuidar da sua mente e do seu corpo.

Para conhecer mais sobre as ferramentas que tenho disponíveis para cuidar das suas emoções, bata entrar em contacto. 

Escolha Ser Feliz! 

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