Do Hábito à Consciência para uma real mudança

Quantas coisas fazemos no nosso dia-a-dia de modo automático, sem  nos darmos conta? Isso é o que se denomina, no campo morfogenético, de hábito, ou seja, trata-se de um padrão de funcionamento inconsciente que, define as nossas escolhas diárias. Até aqui, nada de novo. O problema está em fazer dos nossos traumas um hábito.

Em primeiro lugar, importa vermos como se cria um hábito. Sempre que pensamos, sentimos e agimos ligamos os neurónios uns aos outros, criando uma rede de informações no cérebro. Essas informações seguem depois para as células através da corrente sanguínea e do sistema hormonal. Assim, tudo o que sentimos e pensamos ao longo do dia fica registado no cérebro e no corpo.

Por exemplo, quando aprendemos a conduzir, temos de prestar atenção a todos os passos que damos. Além do nível de concentração ser enorme, existe um dispêndio maior de energia. Isto só acontece até que a condução se torne um hábito. Até que todos os passos no ato de conduzir sejam realizados de forma automática . A partir daí, até passamos a conseguir fazer várias coisas em simultâneo, como conversar com quem vai connosco no carro ou mudar a estação de rádio.

Quando alteramos algo nessa rede de informações, ou seja, quando mudamos a percepção do que se passa à nossa volta, conseguimos alterar não só essa rede de sinapses, como a química produzida que chega às moléculas no nosso corpo. Desta forma, conseguimos alterar o modo como nos conectamos com mundo, quer nos relacionamentos, quer nos restantes sistemas em que estamos integrados. Isto acontece também  quando vivemos  traumas ou experiências negativas.

Por isso é tão importante ganharmos consciência dos nossos pensamentos, sentimentos e emoções para percebermos o que se passa na nossa vida, para entendermos os nossos comportamentos, atitudes e reações. 

Quando criamos um hábito, deixamos de ter consciência daquilo que fazemos e dizemos, uma vez que se tornou automático, passou a ser um reflexo do sistema em que estamos integrados. Acabamos por não questionar se esta forma de estar faz parte da nossa essência. 

Depois da fase de tomada de consciência dos nossos hábitos, comportamentos, pensamentos e sentimentos, podemos dar lugar a escolhas diferentes. E, com essas escolhas, conseguimos alterar a rede de informação neural e química e levarmos a cabo uma verdadeira transformação interior. 

Qualquer trauma ou experiência negativa que tenhamos vivenciado ao longo da nossa vida, cria hábitos e campos de informação que ficam registados na nossa mente e no nosso corpo. É essa rede de informação mente-corpo-mente que faz com que estejamos a repetir situações e determinado tipo de pessoas na nossa vida. Ao ganharmos consciência disso, ganhamos uma ferramenta que nos permite alterar essa dinâmica. 

Para que o processo de mudança seja mais leve e rápido, devemos recorrer a técnicas de expansão de consciência e cura quântica que, além de reprogramar as crenças criadas no passado, conseguem desprogramar as células do corpo.

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