Do Hábito à Consciência para uma real mudança

Quantas coisas fazemos no nosso dia-a-dia de modo automático, sem  nos darmos conta? Isso é o que se denomina, no campo morfogenético, de hábito, ou seja, trata-se de um padrão de funcionamento inconsciente que, define as nossas escolhas diárias. Até aqui, nada de novo. O problema está em fazer dos nossos traumas um hábito.

Em primeiro lugar, importa vermos como se cria um hábito. Sempre que pensamos, sentimos e agimos ligamos os neurónios uns aos outros, criando uma rede de informações no cérebro. Essas informações seguem depois para as células através da corrente sanguínea e do sistema hormonal. Assim, tudo o que sentimos e pensamos ao longo do dia fica registado no cérebro e no corpo.

Por exemplo, quando aprendemos a conduzir, temos de prestar atenção a todos os passos que damos. Além do nível de concentração ser enorme, existe um dispêndio maior de energia. Isto só acontece até que a condução se torne um hábito. Até que todos os passos no ato de conduzir sejam realizados de forma automática . A partir daí, até passamos a conseguir fazer várias coisas em simultâneo, como conversar com quem vai connosco no carro ou mudar a estação de rádio.

Quando alteramos algo nessa rede de informações, ou seja, quando mudamos a percepção do que se passa à nossa volta, conseguimos alterar não só essa rede de sinapses, como a química produzida que chega às moléculas no nosso corpo. Desta forma, conseguimos alterar o modo como nos conectamos com mundo, quer nos relacionamentos, quer nos restantes sistemas em que estamos integrados. Isto acontece também  quando vivemos  traumas ou experiências negativas.

Por isso é tão importante ganharmos consciência dos nossos pensamentos, sentimentos e emoções para percebermos o que se passa na nossa vida, para entendermos os nossos comportamentos, atitudes e reações. 

Quando criamos um hábito, deixamos de ter consciência daquilo que fazemos e dizemos, uma vez que se tornou automático, passou a ser um reflexo do sistema em que estamos integrados. Acabamos por não questionar se esta forma de estar faz parte da nossa essência. 

Depois da fase de tomada de consciência dos nossos hábitos, comportamentos, pensamentos e sentimentos, podemos dar lugar a escolhas diferentes. E, com essas escolhas, conseguimos alterar a rede de informação neural e química e levarmos a cabo uma verdadeira transformação interior. 

Qualquer trauma ou experiência negativa que tenhamos vivenciado ao longo da nossa vida, cria hábitos e campos de informação que ficam registados na nossa mente e no nosso corpo. É essa rede de informação mente-corpo-mente que faz com que estejamos a repetir situações e determinado tipo de pessoas na nossa vida. Ao ganharmos consciência disso, ganhamos uma ferramenta que nos permite alterar essa dinâmica. 

Para que o processo de mudança seja mais leve e rápido, devemos recorrer a técnicas de expansão de consciência e cura quântica que, além de reprogramar as crenças criadas no passado, conseguem desprogramar as células do corpo.

Escolhe Ser Feliz? Escolha diferente. Escolha Ser Feliz, por si e para si.

Como as emoções influenciam a nossa vida

Fala-se muito da importância de um estilo de vida saudável para a nossa saúde, em especial no exercício físico, na alimentação saudável e na saúde mental. Um tema crucial para a nossa saúde, sem dúvida. Contudo, as emoções são, na sua grande maioria, ignoradas nesta equação, ainda que elas comandem tudo o resto. Eu explico como, neste artigo. Continua a ler.

As emoções têm sido colocadas de parte quando se fala de saúde mental. A própria Organização Mundial de Saúde (OMS) não fala da saúde emocional quando aborda este tema, ainda que admita que “a saúde mental diz respeito a todos”. Afeta a vida de pessoas (…) e a produtividade da sociedade como um todo.” 

Os custos económicos resultantes dos problemas mentais são elevados. Só na Europa Ocidental, os distúrbios mentais lideram as causas de incapacidade, sendo responsáveis por 30% a 40% de saídas da vida ativa. Estas ficam a dever-se a doenças crónicas e representam 3% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados do Plano de Ação para a Saúde Mental na Europa 2013-2020 da OMS. Tudo isto porque nós não aprendemos a lidar com as nossas emoções, principalmente as de baixa vibração, que provocam inúmeros distúrbios a nível físico e mental.

Isto significa que, ao aprendermos a lidar com as nossas emoções, o nosso corpo vai reagir em termos químicos e fisiológicos, o que faz com que as doenças tendam a diminuir (e até desaparecer). A necessidade de medicamentos pode [em muitos casos] desaparecer. Logo, as doenças físicas e mentais deixam de estar presentes no nosso corpo, dada a sua capacidade de regeneração. Temos mais alegria de viver, mais energia e, portanto, saúde integral.

Como é que tudo isto acontece? Como é que a ciência explica isto?

A discussão e os estudos científicos têm-se centrado, ao longo de décadas, na saúde mental, o que resulta da importância que a ciência tem atribuído às funções do cérebro e como este influencia a nossa tomada de decisões e comportamentos, ao nível consciente e inconsciente.

Fomos ensinados de que o cérebro é o principal órgão no nosso corpo e que, inclusive, em termos fisiológicos, os restantes órgãos obedecem aos seus sinais. E que é do cérebro que vem a nossa inteligência e a capacidade de aprender e compreender. Nesta crença, colocámos de lado o facto de o coração ser o primeiro órgão a formar-se na gestação e de que é a partir dele que resulta a consciência que forma os restantes sistemas que sustentam a vida do corpo que habitamos.

No entanto, esta crença tem caído por terra. Nos últimos 30 anos, o Institute HeartMath, nos Estados Unidos, tem revelado novas descobertas que comprovam a influência do coração e, consequentemente, das emoções nas várias áreas da nossa vida e na nossa capacidade de resiliência perante os desafios com que nos deparamos, incluindo os mais difíceis.

Evidências científicas, através de indicadores como ondas cerebrais (EEG), frequência cardíaca (ECG), pressão arterial, níveis hormonais, entre outros, demonstraram uma rede de comunicação bidirecional entre o coração e o cérebro, que afeta a forma como percebemos e reagimos ao ambiente exterior. Além disso, à medida que esta investigação avançava, foi possível verificar que o coração agia como tendo mente própria, ao enviar sinais ao cérebro de forma autónoma e, desta forma influenciando as nossas respostas e percepção aos estímulos provocados pelas situações com as quais nos deparamos ao longo do dia. 

Assim, ficou provado que o coração pode influenciar a nossa consciência, percepção e inteligência. Inúmeros estudos demonstram que a coerência do coração é um estado fisiológico ótimo, associado a um aumento da função cognitiva, capacidade de auto-regulação, estabilidade emocional e resiliência. Estas evidências vêm reforçar as descobertas científicas, conduzidas desde os anos 60 e 70, pelos fisiologistas John e Beatrice Lacey, do Fels Research Institute, que já mostravam a forte influência do coração a vários níveis, não apenas fisiológico. 

O que é que tudo isto significa?

Significa que o coração tem uma enorme influência sobre o nosso estado emocional, mental e físico. Uma influência que tem tido pouco reconhecimento, pois tem sido atribuída quase exclusivamente ao cérebro. É este órgão, onde as nossas emoções são produzidas, que é responsável pela nossa intuição, percepção, felicidade, níveis de energia e saúde física. E estas emoções passam do indivíduo para o coletivo. 

Vamos a um exemplo prático, para ficar mais claro.

Uma pessoa que se sente frustrada no seu local de trabalho por ter sobre si uma enorme pressão, por se esforçar ao máximo e não ver o seu trabalho reconhecido, está sob um enorme stress emocional a vários níveis:

  • sente medo por não conseguir corresponder às expetativas da empresa e, consequentemente, pelo seu futuro, logo na sua capacidade em prover a sua família; 
  • sente culpa porque não tem energia para mudar a sua vida, ou seja, vive também num estado de apatia
  • sente tristeza dado que se trata de uma situação que se arrasta há já alguns anos;
  • e sente vergonha, porque os restantes membros da sua família são bem sucedidos.

Resultado: o seu médico diagnosticou-lhe uma depressão e medicou-a. Essa pessoa, devido à medicação, vai sentir-se sonolenta, sem ânimo ou iniciativa e passará a estar dependente dos medicamentos para se levantar da cama e ir trabalhar.

Trata-se de uma pessoa que sofre daquilo que eu denomino de enorme pressão emocional na sua vida laboral e pessoal. Consequentemente, vibra emoções baixas (medo, tristeza, apatia, culpa, apatia e vergonha), que conduzem a um stress prolongado e a um grande estado de ansiedade.

Como resultado do stress em que vive, a frequência cardíaca aumenta, o sistema imunológico enfraquece e surgem complicações ao nível físico. 

E por que é que isto acontece?

Isto acontece porque o nosso corpo fica viciado em emoções de baixa vibração, uma vez que estas são emoções de sobrevivência. 

Como assim, viciado?

Eu explico com um exemplo.

Chegamos ao trabalho e o diretor está mal humorado porque a direção acusou-o de não ter feito o suficiente para atingir as metas do mês. O diretor acaba por descarregar a sua frustração e raiva nos elementos da sua equipa. Consequentemente, os seus colegas sentem-se também humilhados, ofendidos e o estado de ansiedade aumenta. Logo, os níveis de stress crescem e o corpo entra em estado de alerta total. 

As emoções como a vergonha (humilhação), culpa (ofensa) e medo (ansiedade) são produzidas no coração, que envia sinais através das suas neurites sensoriais (células neurológicas) para o cérebro. Este faz múltiplas conexões neurais entre os acontecimentos na empresa e eventos passados e as emoções que são provocadas. Essas conexões enviam sinais para regiões no cérebro (hipotálamo) que vai produzir substâncias químicas (proteínas) correspondentes às emoções sentidas naquela situação e são enviados sinais para as glândulas supra renais (chacra da raíz, ligado à nossa sobrevivência), para produzirem adrenalina e cortisol para lidarmos com o stress. 

Esta reação em cadeia de estímulos elétricos e químicos acontece para proteger-nos. E para que tal aconteça, o nosso córtex frontal é “desligado”. Desta forma, o nosso raciocínio é mais lento, a tomada de decisões dificultada e as reações nulas. É a forma que o nosso corpo tem de poupar energia para reações que impliquem “fugir” de uma situação que é uma ameaça para nós mesmos.  E, para isso, a pressão arterial aumenta, os sistemas respiratório e digestivo diminuem a sua atividade (ficamos com problemas em respirar e com falta de apetite) e temos a sensação de que o cérebro “para”.

Isto tudo aconteceu para que possamos “sobreviver” àquela situação que levou a um turbilhão de emoções, sentimentos e pensamentos. Só que as mensagens químicas correspondentes a essas emoções, pensamentos e sentimentos são absorvidos pelos recetores das células, que enviam sinais ao cérebro a confirmar a mensagem recebida. É desta forma que percebemos aquilo que sentimos.

E como é que as células ficam viciadas?

Vamos lá! Sempre que experimentamos a repetição da pressão emocional ou pensamos sobre o que aconteceu, repetimos os seus caminhos neurais, hormonais e proteicos. O coração e o cérebro enviam as mesmas mensagens às células e as células confirmam a receção dessas mensagens. Até que chega a um ponto em que as células, habituadas àquele cocktail químico, como se de um medicamento se tratasse, enviam sinais ao cérebro para lhes enviar mais.

E é aqui que o corpo se torna na nossa mente. É ele que começa a enviar sinais para que o cérebro produza mais substâncias para continuar a alimentar o corpo. E o cérebro envia os sinais ao coração, que emite sinais eletromagnéticos para o ambiente externo correspondentes às emoções sentidas e pensadas para que sejam atraídas situações que as provoquem e, assim, alimente o corpo viciado.

Isto acontece como forma de proteção. É o corpo que nos está a proteger das agressões do ambiente externo. Neste caso, o mau ambiente vivido na empresa e, consequentemente, na equipa. Com o tempo, ficamos viciados nos nossos problemas, nas circunstâncias desfavoráveis e relacionamentos tóxicos. Como passamos a ter pensamentos e sentimentos que nos limitam, para que possamos sobreviver, acabamos por não conseguir sair desse círculo vicioso. 

Quando a resposta ao stress crónico é desproporcional ao que está a acontecer na realidade (por exemplo, reação excessiva do diretor perante a equipa que se esforçou ao máximo para atingir os objetivos e, ainda assim, não conseguiu), o excesso de hormonas leva a que as pessoas se tornem agressivas, egoístas, egocêntricas. Ou seja, ficam focadas na sobrevivência, pelo que priorizam o Eu – o seu Ego.

Como inverter esta situação?

Eu sei que este artigo já vai longo. Só que, depois desta longa explicação, não podia deixar de vos apresentar soluções para esta situação. Existem inúmeras. A primeira começa pelo autoconhecimento. A partir do momento em que a pessoa começa a ter consciência dos seus pensamentos, sentimentos, emoções, atitudes e comportamentos, pode agir de forma a corrigi-los e, consequentemente, começar a criar novas conexões neurais e a alterar a química presente no seu corpo. Ou seja, o corpo e a mente começam a “desintoxicar” e a regenerar. E não é preciso atingir um burn out para começar a fazer alterações no seu estilo de vida.

As técnicas quânticas e de expansão da consciência permitem uma mudança mais rápida e eficaz. Eliminam crenças e pontos de vista fixos sobre determinados temas e áreas da nossa vida e, desta forma, agem de forma a corrigi-las. Permitem ainda eliminar bloqueios energéticos presentes na mente e no corpo, bem como o seu equilíbrio energético, mental, físico e espiritual (espiritual aqui está relacionado com a conexão consigo mesmo e com tudo e com todos).

Vou dar alguns exemplos.

As Barras de Access® permitem trabalhar as emoções, a mente e o corpo em simultâneo. Com toques suaves na cabeça, as ondas cerebrais diminuem, permitem uma maior sintonia entre o coração e o cérebro e um maior alinhamento energético. Desta forma, é possível passar a ter mais consciência sobre o que se passa na nossa vida e passar a agir de acordo com o que é melhor para nós. Em consequência, a química no corpo altera-se, pelo que se dá uma desintoxicação e desinflamação no organismo.

A Desprogramação Neurobiológica®, tal como nome indica, desprograma as células dos impactos sofridos ao longo dos anos, pois todas as emoções, sentimentos e pensamentos ficam gravados na memória celular. E essa memória celular passa de geração em geração.

O Reiki permite um equilíbrio energético nos sete centros energéticos principais do nosso corpo, os denominados chacras. Cada chakra está ligado às nossas glândulas endócrinas. Como vimos no exemplo em cima, uma pessoa que sofre de medo, culpa, vergonha, apatia vive em estado de sobrevivência. A nossa sobrevivência física e material está ligada ao nosso chacra raiz, cuja energia vital (ou consciência, como denominada pela ciência) faz funcionar as glândulas supra renais, que produz as hormonas do stress.

Como podem verificar, não existe nada de místico nas técnicas energéticas e de expansão de consciência. Elas são um meio para termos mais consciência dos nossos pesanemtnos, sentimentos, emoções e respetivos comportamentos, sobre o que acontece ao longo da nossa vida, porque atraímos determinadas situações, pessoas e padrões, para que possamos corrigir a trajetória.

Só temos de escolher um caminho diferente. Escolher Ser Feliz! A partir daí, basta eliminarmos aquilo que precisa de ser eliminado. Curar o precisa de ser curado. Perdoar o que precisa de ser perdoado. Desta forma, iremos criar novas conexões neurais, alterar a química do nosso corpo, ter mais energia e emitir sinais eletromagnéticos de emoções de alta vibração (alegria, gratidão, amor, felicidade), atraindo coisas “fambulásticas” para a nossa vida. 

Eu já escolhi. E tu, o que vais escolher?

Bjs no

E se a Felicidade for uma Escolha?

Vivemos numa sociedade moderna, na qual as pessoas vivem cada vez com melhores condições de vida e maior esperança de vida. Ainda assim, são cada vez mais as pessoas que sofrem de stress, ansiedade e depressão e em idades cada vez mais precoces. 

Parece contraditório, não é?! Esta é, contudo, uma realidade cada vez mais visível na nossa sociedade, pelas atitudes mais agressivas que assistimos no nosso dia a dia. E a pandemia colocou ainda mais em evidência os desafios da saúde mental.

E se te disser que não temos de viver assim! E se te disser que a Felicidade é uma escolha ao alcance de qualquer um! E se te disser que só tens de escolher!!

A vida é feita de ciclos. Desafios. Com uns momentos mais desafiadores do que outros. A forma como lidamos com esses ciclos e desafios determina o nosso grau de Felicidade. E lidar significa aceitar todas as emoções e sentimentos e todas as experiências na vida, incluindo as menos positivas. 

As coisas começam a complicar-se quando nos focamos apenas nos momentos e emoções menos positivos e deixamos que as crenças mergulhadas no subconsciente limitem o que podemos fazer para superar esses momentos mais desafiadores.

Tudo aquilo em que focamos a nossa atenção acaba por se concretizar. Logo se nos focarmos em sentimentos como raiva, mágoa e ressentimentos e emoções como medo, insegurança, vergonha, culpa, estaremos a fecharmo-nos para o que podemos receber de positivo na vida. E quando nos concentramos nas coisas que nos provocam alegria, gratidão, segurança, amor, estaremos a alimentar a nossa Felicidade. E a ciência já comprovou que pessoas felizes são mais criativas, resilientes, produtivas, compassivas, no fundo, mais saudáveis!

Quer ser realmente Feliz? Comece por se focar nas pequenas coisas positivas na sua vida. Num sorriso de uma criança. No calor e brilho do sol. No barulho das ondas no mar. No vento que sente no rosto. Na comida que tem à mesa e que nutre o seu corpo. Nas pessoas que tem ao seu lado e que são realmente importantes. Sinta o cheio da relva quando vai ao jardim. Oiça o cantar dos pássaros. Sinta o pelo macio do seu amigo de quatro patas. Ria. Chore. Dance. Festeje. Seja grato todos os dias por ter a oportunidade de recomeçar cada vez que acorda. Seja grato por respirar sem condicionantes. A gratidão, a presença no aqui e agora, e o amor são os ingredientes da genuína Felicidade.

Muitas empresas já perceberam a importância da Felicidade no desempenho dos seus colaboradores e, consequentemente, nos seus resultados financeiros. Para fomentarem essa Felicidade criaram uma função que está a ganhar cada vez mais relevância: Chief Happiness Officer.

Se a Felicidade é assim tão importante como podemos aumentar os níveis de Felicidade em tempos tão desafiadores? Temos de considerar o bem-estar integral do Ser Humano: físico, emocional, mental e espiritual.

Mentoria terapêutica e técnicas de expansão de consciência são ferramentas ao alcance de todos. A mudança de hábitos, como a introdução de práticas de meditação no dia a dia, cuidar das emoções, perceber como o nosso corpo reage às emoções pode trazer mudanças significativas.

As Barras de Access®, por exemplo, são uma das ferramentas que mais uso, quer em clientes quer em mim mesma. A sua eficácia em casos de depressão, tendência suicida, ansiedade, fibromialgia, ataques de pânico, transtorno de deficiência de atenção, enxaquecas, entre tantos outros, demonstram a potencialidade deste processo corporal. Além disso, quem recebe as Barras® possui maior clareza mental, mais tranquilidade, maior motivação e maior facilidade de comunicação. Elementos fundamentais para os colaboradores e empreendedores do século XXI. 

Esta é já uma técnica usada em empresas, escolas, instituições sociais e até em estabelecimentos prisionais e o seu impacto tem sido relatado em todo o mundo. Uma técnica tão simples como toques suaves em pontos na cabeça (similares a meridianos), que, quando ativados, ajudam a aliviar o stress e estimulam uma resposta neurológica positiva na pessoa. Com isto, tende a estimular a habilidade natural do corpo para se curar e provocar mudanças psicológicas para um maior bem-estar. Muitas pesquisas cientificas realizadas nos últimos anos têm demonstrado os seus múltiplos benefícios físicos, mentais e emocionais.

Uma terapia integrativa reconhecida, inclusive, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o Reiki, pode ser uma ferramenta essencial no bem-estar integral do indivíduo. Esta é uma terapia desenvolvida no Japão por Mikao Usui no século XIX e que depressa se estendeu ao Ocidente, dados os seus múltiplos benefícios, conseguidos a partir do equilíbrio energético do corpo, que se estende ao fisico, emocional e mental. Além disto, permite uma maior expansão de consciência, ou seja, permite ter uma visão mais clara dos acontecimentos na sua vida.

A Desprogramação Neurológica® é uma outra técnica energética que recomendo e ainda desconhecida em Portugal. Tal como o nome indica, trata-se da desprogramação das células da percepção que criamos perante situações, que ficam “gravada” na células e que podem dar origem a doenças, ataques de pânico, depressão e até à ineficácia de perda de peso, só para citar algumas. A epigenética já comprovou que o comportamento das nossas células altera-se de acordo com os nossos sentimentos e emoções. E que essas alterações podem dar origem a doenças como o cancro, provocado também pela desvitalização dos chakras.

A juntar a tudo isto, uma mudança no estilo de vida, uma alimentação mais saudável, exercício físico, meditação e uma maior consciência sobre o que se passa consigo e à sua volta podem trazer inúmeras mudanças benéficas na sua vida. Só tem de escolher!

E o que vai escolher? Já escolheu ser Feliz hoje?

Sim, superar a depressão é possível

Sim, superar a depressão é possível! Filipa Gustavo julgava que a sua vida decorria de forma normal. A sua rotina consistia a ir de casa – trabalho – casa, levar os filhos à escola, cuidar da casa, filhos e marido. E ela, será que cuida de si mesma?

Embora tenha construído uma vida de sucesso – ou aquilo que ela aprendeu da família e sociedade como sendo sucesso -, sofria de stress e ansiedade constantes e, inclusive, desconfiava que sofria também de depressão. 

Sente-se esgotada física e emocionalmente, sem ânimo no trabalho, onde o assédio moral era constante, um marido que pouco apoia emocionalmente, e os filhos que exigem dela atenção e acompanhamento escolar. Há dias que só apetece desaparecer!!

Não tem de ser assim! A vida é um dom incrível, que devemos usufruir com facilidade, leveza e alegria. Contudo, desde que nascemos, as crenças que nos foram incutidas e cristalizámos ao longo de anos não nos permitem ver a beleza que é estarmos vivos.

A Filipa Gustavo não é a única a sofrer de depressão e ansiedade. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), no mundo são já 260 milhões de pessoas, com tendência a aumentar. E o número de medicamentos para disfarçar estas doenças tem escalado nos últimos anos. Disfarçar? Sim, porque é isso que fazem, pois não cuidam das causas emocionais que levam à depressão.

Mais do que um sentimento de tristeza persistente, melancolia, sem vontade para nada, a depressão é um problema de saúde que afeta corpo e mente. Além dos pensamentos que poluem a mente, a qualidade do sono altera-se, a irritabilidade toma conta, a reclamação passa a ser uma constante, o estado de vitimização instala-se. A alimentação sofre com isso. Até as tarefas mais simples, como sair da cama de manhã ou vestir, parecem difíceis. A energia parece ter evaporado… 

A pandemia e as consequentes medidas de confinamento acabam por agravar o bem-estar e saúde mental de pessoas já fragilizadas. O stress económico, o distanciamento social, o medo gerado pelos riscos à saúde, o facto de atividades antes rotineiras terem deixado de o ser e a incerteza quanto ao futuro, provocam um aumento de stress e ansiedade. 

A isto tudo soma-se a pressão e sobrecarga de trabalho e o risco de exposição ao vírus e, consequentemente, às suas famílias. 

Mesmo nos momentos mais desafiadores da nossa vida podemos superá-los com mais ou menos facilidade. Uma pessoa segura de si, com autoestima e amor próprio consegue ver soluções onde outros vêem desafios, muitas vezes, intransponíveis. Retira lições e avança com mais segurança.

Recomendada por uma amiga, Filipa Gustavo fez uma sessão de Barras de Access®. Estava ansiosa, pois apenas conhecia o que a sua amiga lhe relatou. Antes da sessão, sentada na poltrona, contou um pouco sobre si, as suas inseguranças e o motivo que a tinha levado ali.

Com a poltrona inclinada, as Barras começaram a ser corridas na sua cabeça. A tensão com que chegou foi diminuindo e acabou por adormecer. As Barras de Access® são uma técnica suave e não invasiva de toque leve em 32 pontos na cabeça, que permite libertar bloqueios físicos e mentais e traumas que foram armazenados no corpo e aumenta as atitudes positivas em relação à vida, trazendo mais facilidade em todas as áreas da vida.

No dia seguinte, Filipa Gustavo envia uma mensagem a contar que tinha acordado com mais disposição, energia e motivação. Tinha, inclusive, sorrido para o marido e os filhos. Algo que não fazia há muito tempo. Tanto que já não se lembrava quando o tinha feito pela última vez.

A caminho para a escola, a filha mais velha, Margarida, de 8 anos, disse-lhe que gostava do sorriso dela e perguntou-lhe porque não o fazia mais vezes. Depois de um beijo de despedida e um até logo, Filipa Gustavo não conseguiu segurar a lágrima que corria pelo rosto, envolta de um sentimento profundo de amor, alegria e leveza. Até o seu dia no trabalho correu com mais facilidade. Marcou nova sessão. Agora as Barras fazem parte da sua rotina de autocuidado.

Os efeitos das Barras de Access® são comprovados cientificamente, diferem de pessoa para pessoa e de sessão para sessão. Quem recebe a aplicação de Barras sente:

  • um aumento significativo de sentimentos de alegria, felicidade, gratidão, bondade e pax;
  • mais motivação e facilidade de comunicação; 
  • maior clareza mental e diminuição de stress e ansiedade; 
  • melhoria na qualidade do sono; 
  • redução das enxaquecas; 
  • diminuição de sintomas de depressão e ataques de pânico;
  • melhoria em DDA (Distúrbio Défice de Atenção), TDAH (Transtorno de Défice de Atenção com Hiperatividade) e TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo).

Sim, a felicidade é uma escolha. Agora percebo isso e escolho Ser Feliz!, disse Filipa Gustavo, depois de uma sessão, dando um abraço. Hoje, ela e o marido estão no programa de Mentoria Para Ir Além e a relação deles está transformada. 

Filipa Gustavo escolheu Ser Feliz! Também vai escolher!? Como pode melhorar? O que mais é possível na sua vida?

Eu posso ser a contribuição que se requer na sua vida. Agende agora mesmo!

Sentes falta de motivação? Este texto é para ti!

Sabes aqueles momentos em que a motivação parece ter ido para outro continente ou quando o cansaço insiste em não te largar? Pois é, também estive aí. Tal como tu! Há momentos em que parece que vem um tsunami de emoções e as coisas sucedem-se. Nem sempre da melhor forma. 

Só que não tem de ser assim. Posso te dizer que é possível viver com facilidade, alegria, leveza e abundância em todos os aspectos da nossa vida. Só tens de escolher. Porque, afinal, Ser Feliz é uma escolha!

Existem inúmeras ferramentas de autoconhecimento que te permitem estar em contacto com as tuas sombras, dores, máscaras… no fundo as tuas feridas que cristalizaram crenças e julgamentos no teu subconsciente. Se quiseres ir até ao fundo, trazer tudo isso para o consciente e ressignificar, aplaudo-te! Nem todos têm essa coragem. Muitos desistem a meio do caminho. 

Deixar-nos vulneráveis para reconhecer aquilo que nos limite requer coragem e compromisso. E nem todos têm, nem mesmo consigo mesmo. Isso é a crença de falta de merecimento a “falar” mais alto.

Digo-te isto não para desanimar-te. Contigo não tem de ser assim. Podes (e deves) seguir em frente. E, posso garantir-te, que nem precisas de entrar em contacto com aquilo que te prende ao passado, com aquilo que provoca ansiedade quanto ao futuro, nem com aquilo que limita o teu receber, desde a coisa mais simples. E aqueles pensamento negativos que teimam em saltitar na tua mente… esses deixam de te incomodar. E, quando te deres conta, eles desapareceram.

Barras de Access® – Quando tudo fica mais fácil e leve

Apresento-te as Barras de Access®. Uma técnica de cura quântica que, com o decorrer das sessões, aquilo que te incomodava, seja a nível mental, emocional, físico e espiritual (aqui espiritual é a desconexão connosco mesmos), desaparece. 

Como assim, Sandra?

Sim! As Barras de Access® criam uma sensação de paz, facilidade, felicidade e esperança. 

Esperança?

Sim, esperança. Os resultados ficam cada vez evidentes com o decorrer das sessões. Além de eliminares pensamentos negativos recorrentes, estado de ansiedade e stress, sentimentos de nostalgia, tristeza, melancolia, também elimina a toxicidade e inflamação do corpo físico, eliminando, muitas vezes, doenças, inclusive crónicas. Passas a estar mais presente no teu dia a dia.

À medida que as tuas Barras são corridas tens mais clareza em todas as áreas da tua vida, em que te sentes estagnada. À medida que vais libertando do impacto de sentimentos, emoções e pensamentos de traumas, percepções negativas e outros, começas a abrir uma infinidade de oportunidades a nível de saúde física, mental e emocional. Com isto a tua vida a nível financeiro, relacionamentos, trabalho e até corpo sofrem alterações. Desta forma, tudo começa a fluir com mais facilidade. 

Muitas pessoas sentem mais motivação e uma sensação de leveza e alegria logo na primeira sessão. Com várias sessões acabam por deixar a medicação que tomavam para a depressão (sempre seguindo a indicação médica), por exemplo. 

As Barras promovem uma mudança energética naquilo que tem mantém presa e nem precisas saber o quê. Não é maravilhoso?! Mais! A cada vez que corres as Barras (sim, é assim que se denomina a aplicação) sentes-te mais energizada, feliz e empoderada!

O que vais escolher?