Como Superar o Assédio Moral nas Empresas

Num mundo corporativo extremamente competitivo, o assédio moral (ou mobbing, em inglês) nas empresas é uma realidade com a qual muitas pessoas têm de lidar diariamente, ainda que seja um assunto ignorado em Portugal, como revelam diversos estudos sociológicos. No entanto,  este  é um desafio  que pode ser superado , sem teres que mudar de emprego. Basta, para isso, alterar a tua postura perante a vida. E como fazer isso? Com Barras de Access®. Continua a ler para perceberes como.

Os fatores de risco do stress profissional, da degeneração dos ambientes de trabalho e dos níveis de produtividade são múltiplos: a pressão competitiva; os prazos a cumprir; os objetivos a alcançar dentro da previsão orçamental; a redução de custos e o aumento da produtividade; a indefinição de procedimentos; as margens de lucro a garantir; a avalanche de solicitações diárias que requerem atenção de forma continuada e divergente, entre outros.

É um facto bem conhecido da comunidade científica que o aumento dos níveis de stress, em especial o stress crónico, conduz a um aumento de comportamentos hostis, devido a estados de alerta e de sobrevivência em que o indivíduo é submetido no ambiente em que está inserido.

Hostilidade no trabalho prejudica todos, direta e indiretamente

Ora, são os comportamentos hostis vividos no ambiente de trabalho que geram sentimentos de humilhação, intimidação, angústia e ansiedade. Em casos mais graves, pode chegar à violência verbal ou a ameaças de violência física. A ocorrência sistemática de assédio moral leva a que a autoestima da vítima e a confiança nas suas capacidades e habilidades sejam destruídas. 

Consequentemente, a vítima (homem ou mulher) sente dificuldades em defender-se, instala-se um sentimento de culpa e vergonha e, desta forma, o seu desempenho profissional diminui e o seu emprego é colocado em risco. Com isto, a sua credibilidade enquanto profissional perante as outras pessoas é posta  em causa. Este tipo de situações pode originar casos graves de depressão e, em última análise, ao suicídio, quando a esta se juntam outros fatores psicológicos.

Embora estas práticas hostis sejam do conhecimento generalizado, a sua denúncia é diminuta, pois muitas vezes torna-se difícil estabelecer uma clara causa-efeito entre o ocorrido e os efeitos na vítima. O que leva, muitas vezes, a pessoa  a ficar cada vez mais isolada e a abandonar o trabalho de forma temporária ou definitiva. Além disso, quando existe uma igualdade de poder, ou seja, quando a vítima consegue defender-se, deixa de haver assédio moral, mesmo que se instale uma relação conflituosa entre duas pessoas. 

Tipos de comportamentos usados em assédio moral

Os comportamentos hostis identificados nas empresas portuguesas recorrentes são:

  • Criticar o trabalho da vítima de forma injusta ou exagerada, de modo contínuo.
  • Retirar o trabalho habitual, não atribuindo novas tarefas ou atribuindo tarefas inúteis.
  • Retirar autonomia, impedindo as suas iniciativas e controlando-as excessivamente.
  • Pressionar para não deixar a vítima beneficiar de direitos: feriados, horários, prémios, etc.
  • Bloquear promoções, ocultando competências ou dando informações erradas.
  • Retirar o acesso a equipamentos: telefone, fax, computador, etc.
  • Contestação sistemática das decisões da vítima, questionando e contrariando-a.
  • Ocultar informações imprescindíveis e necessárias à realização do trabalho.
  • Evitar qualquer contacto (visual ou gestual), excluindo a vítima das atividades sociais.
  • Atribuir-lhe um local de trabalho isolado e fisicamente afastado dos colegas.
  • Ignorar a presença da vítima, dirigindo-se exclusivamente aos outros. 
  • Deixar de falar com a vítima, tanto o superior hierárquico como os colegas. 
  • Proibir a vítima de falar com os seus colegas.
  • Menosprezar a vítima diante dos colegas, superiores ou subordinados. 
  • Difundir boatos e calúnias, falsas e infundadas, sobre a vítima. 
  • Ameaçar, verbalmente, a vítima de violências físicas.
  • Gritar ou insultar a vítima de modo a intimidá-la.

Este tipo de ambiente agressivo e altamente competitivo, gerador de conflitos interpessoais, pressão excessiva e comportamentos abusivos, não prejudica apenas os colaboradores-vítimas, cuja vida socioemocional e  equilíbrio psicofísico se deterioram. Prejudica toda a empresa, cuja taxa de produtividade e de fidelização de clientes diminui, devido ao baixo desempenho e reduzida motivação na sequência do ambiente hostil, causado por alguns dos seus elementos  nos vários níveis hierárquicos, não apenas superiores.


Para defenderem-se das agressões de que são alvo, as vítimas começam por confrontar os agressores e por se  distanciar. Foi, aliás, esta combinação de confrontação e distanciamento que permite às vítimas aguentarem, ao longo de anos, os comportamentos hostis. Pelo contrário, quando os comportamentos deixam de ser tolerados, as vítimas de mobbing acabam por sair das empresas logo que seja possível.

Como superar situações de assédio moral

Todas estas situações, quando se prolongam no tempo, deixam marcas profundas a nível psicológico e no corpo, na sequência das emoções de sobrevivência (medo, culpa, vergonha, raiva) geradas nessas situações de hostilidade e de agressividade. Eu já escrevi aqui sobre o impacto que as emoções têm na nossa vida, em especial as emoções de sobrevivência. Recomendo a sua leitura aqui.

Para superar situações de trauma, como o assédio moral ou mobbing, as Barras de Access® podem ser um forte aliado. Entre os inúmeros benefícios comprovados pela ciência, as Barras de Access® permitem diminuir os níveis de stress, uma maior clareza mental e rapidez na tomada de decisões, além de eliminar bloqueios, traumas e abusos antigos presentes no subconsciente e no corpo da vítima e que estejam a condicionar a sua reação em caso de assédio moral. 

Quando a vítima reconstrói a sua autoestima e deixa de sentir-se injustiçada e agredida, as tentativas de agressão, mesmo as mais veladas, deixam de ter efeito sobre si e, consequentemente, a sua reação será diferente perante as tentativas de denegrir o seu profissionalismo, pois deixa de viver em estado de sobrevivência (stress e ansiedade).

Como as Barras de Access® podem tratar casos de traumas e abusos? A comunidade científica e clínica já comprovou que as Barras de Access® alteram a constituição neuroquímica do nosso organismo, desinflama e desintoxica o nosso corpo e altera a forma das nossas células, permitindo-lhes voltar ao seu formato original. À medida que a pessoa faz as sessões, os níveis de stress e ansiedade diminuem, ganha mais autoconfiança, mais motivação, a sua reação às situações altera-se. A nível fisiológico, o seu sistema imunológico é fortalecido, substitui as hormonas do stress (cortisol e adrenalina) pelas denominadas hormonas da felicidade (serotonina, dopamina, endorfina e ocitocina), responsáveis pela regulação do humor.

Se és vítima de assédio moral, recomendo que fales com um praticante ou facilitador de Barras de Access® para conheceres melhor esta prática terapêutica usada, inclusive, por veteranos americanos, com resultados positivos em situações de stress pós-traumático. Eu estou disponível para qualquer esclarecimento de dúvidas ou para quaisquer informações adicionais. Basta entrarem em contacto.

Escolhe Ser Feliz. Escolhe diferente. Escolhe Ser Feliz, por si e para si. Cuida de ti. Cuida das tuas emoções. Estarás a cuidar da tua mente e do teu corpo.

Como as emoções influenciam a nossa vida

Fala-se muito da importância de um estilo de vida saudável para a nossa saúde, em especial no exercício físico, na alimentação saudável e na saúde mental. Um tema crucial para a nossa saúde, sem dúvida. Contudo, as emoções são, na sua grande maioria, ignoradas nesta equação, ainda que elas comandem tudo o resto. Eu explico como, neste artigo. Continua a ler.

As emoções têm sido colocadas de parte quando se fala de saúde mental. A própria Organização Mundial de Saúde (OMS) não fala da saúde emocional quando aborda este tema, ainda que admita que “a saúde mental diz respeito a todos”. Afeta a vida de pessoas (…) e a produtividade da sociedade como um todo.” 

Os custos económicos resultantes dos problemas mentais são elevados. Só na Europa Ocidental, os distúrbios mentais lideram as causas de incapacidade, sendo responsáveis por 30% a 40% de saídas da vida ativa. Estas ficam a dever-se a doenças crónicas e representam 3% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados do Plano de Ação para a Saúde Mental na Europa 2013-2020 da OMS. Tudo isto porque nós não aprendemos a lidar com as nossas emoções, principalmente as de baixa vibração, que provocam inúmeros distúrbios a nível físico e mental.

Isto significa que, ao aprendermos a lidar com as nossas emoções, o nosso corpo vai reagir em termos químicos e fisiológicos, o que faz com que as doenças tendam a diminuir (e até desaparecer). A necessidade de medicamentos pode [em muitos casos] desaparecer. Logo, as doenças físicas e mentais deixam de estar presentes no nosso corpo, dada a sua capacidade de regeneração. Temos mais alegria de viver, mais energia e, portanto, saúde integral.

Como é que tudo isto acontece? Como é que a ciência explica isto?

A discussão e os estudos científicos têm-se centrado, ao longo de décadas, na saúde mental, o que resulta da importância que a ciência tem atribuído às funções do cérebro e como este influencia a nossa tomada de decisões e comportamentos, ao nível consciente e inconsciente.

Fomos ensinados de que o cérebro é o principal órgão no nosso corpo e que, inclusive, em termos fisiológicos, os restantes órgãos obedecem aos seus sinais. E que é do cérebro que vem a nossa inteligência e a capacidade de aprender e compreender. Nesta crença, colocámos de lado o facto de o coração ser o primeiro órgão a formar-se na gestação e de que é a partir dele que resulta a consciência que forma os restantes sistemas que sustentam a vida do corpo que habitamos.

No entanto, esta crença tem caído por terra. Nos últimos 30 anos, o Institute HeartMath, nos Estados Unidos, tem revelado novas descobertas que comprovam a influência do coração e, consequentemente, das emoções nas várias áreas da nossa vida e na nossa capacidade de resiliência perante os desafios com que nos deparamos, incluindo os mais difíceis.

Evidências científicas, através de indicadores como ondas cerebrais (EEG), frequência cardíaca (ECG), pressão arterial, níveis hormonais, entre outros, demonstraram uma rede de comunicação bidirecional entre o coração e o cérebro, que afeta a forma como percebemos e reagimos ao ambiente exterior. Além disso, à medida que esta investigação avançava, foi possível verificar que o coração agia como tendo mente própria, ao enviar sinais ao cérebro de forma autónoma e, desta forma influenciando as nossas respostas e percepção aos estímulos provocados pelas situações com as quais nos deparamos ao longo do dia. 

Assim, ficou provado que o coração pode influenciar a nossa consciência, percepção e inteligência. Inúmeros estudos demonstram que a coerência do coração é um estado fisiológico ótimo, associado a um aumento da função cognitiva, capacidade de auto-regulação, estabilidade emocional e resiliência. Estas evidências vêm reforçar as descobertas científicas, conduzidas desde os anos 60 e 70, pelos fisiologistas John e Beatrice Lacey, do Fels Research Institute, que já mostravam a forte influência do coração a vários níveis, não apenas fisiológico. 

O que é que tudo isto significa?

Significa que o coração tem uma enorme influência sobre o nosso estado emocional, mental e físico. Uma influência que tem tido pouco reconhecimento, pois tem sido atribuída quase exclusivamente ao cérebro. É este órgão, onde as nossas emoções são produzidas, que é responsável pela nossa intuição, percepção, felicidade, níveis de energia e saúde física. E estas emoções passam do indivíduo para o coletivo. 

Vamos a um exemplo prático, para ficar mais claro.

Uma pessoa que se sente frustrada no seu local de trabalho por ter sobre si uma enorme pressão, por se esforçar ao máximo e não ver o seu trabalho reconhecido, está sob um enorme stress emocional a vários níveis:

  • sente medo por não conseguir corresponder às expetativas da empresa e, consequentemente, pelo seu futuro, logo na sua capacidade em prover a sua família; 
  • sente culpa porque não tem energia para mudar a sua vida, ou seja, vive também num estado de apatia
  • sente tristeza dado que se trata de uma situação que se arrasta há já alguns anos;
  • e sente vergonha, porque os restantes membros da sua família são bem sucedidos.

Resultado: o seu médico diagnosticou-lhe uma depressão e medicou-a. Essa pessoa, devido à medicação, vai sentir-se sonolenta, sem ânimo ou iniciativa e passará a estar dependente dos medicamentos para se levantar da cama e ir trabalhar.

Trata-se de uma pessoa que sofre daquilo que eu denomino de enorme pressão emocional na sua vida laboral e pessoal. Consequentemente, vibra emoções baixas (medo, tristeza, apatia, culpa, apatia e vergonha), que conduzem a um stress prolongado e a um grande estado de ansiedade.

Como resultado do stress em que vive, a frequência cardíaca aumenta, o sistema imunológico enfraquece e surgem complicações ao nível físico. 

E por que é que isto acontece?

Isto acontece porque o nosso corpo fica viciado em emoções de baixa vibração, uma vez que estas são emoções de sobrevivência. 

Como assim, viciado?

Eu explico com um exemplo.

Chegamos ao trabalho e o diretor está mal humorado porque a direção acusou-o de não ter feito o suficiente para atingir as metas do mês. O diretor acaba por descarregar a sua frustração e raiva nos elementos da sua equipa. Consequentemente, os seus colegas sentem-se também humilhados, ofendidos e o estado de ansiedade aumenta. Logo, os níveis de stress crescem e o corpo entra em estado de alerta total. 

As emoções como a vergonha (humilhação), culpa (ofensa) e medo (ansiedade) são produzidas no coração, que envia sinais através das suas neurites sensoriais (células neurológicas) para o cérebro. Este faz múltiplas conexões neurais entre os acontecimentos na empresa e eventos passados e as emoções que são provocadas. Essas conexões enviam sinais para regiões no cérebro (hipotálamo) que vai produzir substâncias químicas (proteínas) correspondentes às emoções sentidas naquela situação e são enviados sinais para as glândulas supra renais (chacra da raíz, ligado à nossa sobrevivência), para produzirem adrenalina e cortisol para lidarmos com o stress. 

Esta reação em cadeia de estímulos elétricos e químicos acontece para proteger-nos. E para que tal aconteça, o nosso córtex frontal é “desligado”. Desta forma, o nosso raciocínio é mais lento, a tomada de decisões dificultada e as reações nulas. É a forma que o nosso corpo tem de poupar energia para reações que impliquem “fugir” de uma situação que é uma ameaça para nós mesmos.  E, para isso, a pressão arterial aumenta, os sistemas respiratório e digestivo diminuem a sua atividade (ficamos com problemas em respirar e com falta de apetite) e temos a sensação de que o cérebro “para”.

Isto tudo aconteceu para que possamos “sobreviver” àquela situação que levou a um turbilhão de emoções, sentimentos e pensamentos. Só que as mensagens químicas correspondentes a essas emoções, pensamentos e sentimentos são absorvidos pelos recetores das células, que enviam sinais ao cérebro a confirmar a mensagem recebida. É desta forma que percebemos aquilo que sentimos.

E como é que as células ficam viciadas?

Vamos lá! Sempre que experimentamos a repetição da pressão emocional ou pensamos sobre o que aconteceu, repetimos os seus caminhos neurais, hormonais e proteicos. O coração e o cérebro enviam as mesmas mensagens às células e as células confirmam a receção dessas mensagens. Até que chega a um ponto em que as células, habituadas àquele cocktail químico, como se de um medicamento se tratasse, enviam sinais ao cérebro para lhes enviar mais.

E é aqui que o corpo se torna na nossa mente. É ele que começa a enviar sinais para que o cérebro produza mais substâncias para continuar a alimentar o corpo. E o cérebro envia os sinais ao coração, que emite sinais eletromagnéticos para o ambiente externo correspondentes às emoções sentidas e pensadas para que sejam atraídas situações que as provoquem e, assim, alimente o corpo viciado.

Isto acontece como forma de proteção. É o corpo que nos está a proteger das agressões do ambiente externo. Neste caso, o mau ambiente vivido na empresa e, consequentemente, na equipa. Com o tempo, ficamos viciados nos nossos problemas, nas circunstâncias desfavoráveis e relacionamentos tóxicos. Como passamos a ter pensamentos e sentimentos que nos limitam, para que possamos sobreviver, acabamos por não conseguir sair desse círculo vicioso. 

Quando a resposta ao stress crónico é desproporcional ao que está a acontecer na realidade (por exemplo, reação excessiva do diretor perante a equipa que se esforçou ao máximo para atingir os objetivos e, ainda assim, não conseguiu), o excesso de hormonas leva a que as pessoas se tornem agressivas, egoístas, egocêntricas. Ou seja, ficam focadas na sobrevivência, pelo que priorizam o Eu – o seu Ego.

Como inverter esta situação?

Eu sei que este artigo já vai longo. Só que, depois desta longa explicação, não podia deixar de vos apresentar soluções para esta situação. Existem inúmeras. A primeira começa pelo autoconhecimento. A partir do momento em que a pessoa começa a ter consciência dos seus pensamentos, sentimentos, emoções, atitudes e comportamentos, pode agir de forma a corrigi-los e, consequentemente, começar a criar novas conexões neurais e a alterar a química presente no seu corpo. Ou seja, o corpo e a mente começam a “desintoxicar” e a regenerar. E não é preciso atingir um burn out para começar a fazer alterações no seu estilo de vida.

As técnicas quânticas e de expansão da consciência permitem uma mudança mais rápida e eficaz. Eliminam crenças e pontos de vista fixos sobre determinados temas e áreas da nossa vida e, desta forma, agem de forma a corrigi-las. Permitem ainda eliminar bloqueios energéticos presentes na mente e no corpo, bem como o seu equilíbrio energético, mental, físico e espiritual (espiritual aqui está relacionado com a conexão consigo mesmo e com tudo e com todos).

Vou dar alguns exemplos.

As Barras de Access® permitem trabalhar as emoções, a mente e o corpo em simultâneo. Com toques suaves na cabeça, as ondas cerebrais diminuem, permitem uma maior sintonia entre o coração e o cérebro e um maior alinhamento energético. Desta forma, é possível passar a ter mais consciência sobre o que se passa na nossa vida e passar a agir de acordo com o que é melhor para nós. Em consequência, a química no corpo altera-se, pelo que se dá uma desintoxicação e desinflamação no organismo.

A Desprogramação Neurobiológica®, tal como nome indica, desprograma as células dos impactos sofridos ao longo dos anos, pois todas as emoções, sentimentos e pensamentos ficam gravados na memória celular. E essa memória celular passa de geração em geração.

O Reiki permite um equilíbrio energético nos sete centros energéticos principais do nosso corpo, os denominados chacras. Cada chakra está ligado às nossas glândulas endócrinas. Como vimos no exemplo em cima, uma pessoa que sofre de medo, culpa, vergonha, apatia vive em estado de sobrevivência. A nossa sobrevivência física e material está ligada ao nosso chacra raiz, cuja energia vital (ou consciência, como denominada pela ciência) faz funcionar as glândulas supra renais, que produz as hormonas do stress.

Como podem verificar, não existe nada de místico nas técnicas energéticas e de expansão de consciência. Elas são um meio para termos mais consciência dos nossos pesanemtnos, sentimentos, emoções e respetivos comportamentos, sobre o que acontece ao longo da nossa vida, porque atraímos determinadas situações, pessoas e padrões, para que possamos corrigir a trajetória.

Só temos de escolher um caminho diferente. Escolher Ser Feliz! A partir daí, basta eliminarmos aquilo que precisa de ser eliminado. Curar o precisa de ser curado. Perdoar o que precisa de ser perdoado. Desta forma, iremos criar novas conexões neurais, alterar a química do nosso corpo, ter mais energia e emitir sinais eletromagnéticos de emoções de alta vibração (alegria, gratidão, amor, felicidade), atraindo coisas “fambulásticas” para a nossa vida. 

Eu já escolhi. E tu, o que vais escolher?

Bjs no

Depressão na Adolescência – para levar a sério e como tratar

A depressão entre os jovens tem vindo a aumentar com a pandemia. Se antes os níveis entre os jovens já era preocupante, a situação agravou-se com o distanciamento social. Com a depressão vem o desespero dos pais sem saberem como agir para ajudar os filhos e, muitas vezes, tentativas de suicídio e mutilação. Encontra-se nesta situação? Então este artigo é para si!

Os sintomas são emocionais, hormonais, sociais, biológicas… Para cada um, a depressão acontece de um jeito. A adolescência é uma fase de afirmação de personalidade e identificação de grupo. Trata-se de um momento de grande transformação, como que um rito de passagem de criança para a fase adulta, com todas as responsabilidade inerentes. 

Nesta fase, os adolescentes sentem necessidade de identificação de grupo, passam pelos primeiros amores, mudanças de corpo, inserção na vida sexual, imposição de escolha de uma profissão como forma de garantir o seu futuro, obstáculos no estabelecimento de autoestima… A juntar a isto tudo, o uso indiscriminado das redes sociais e a frustração por não alcançarem a “vida perfeita” das redes afeta de forma negativa a sua autoconfiança, muitas vezes já fragilizada no contexto social e familiar.

Tudo isto faz com que sejam uma verdadeira “panela de pressão” no que diz respeito ao seu humor e vulneráveis no que diz respeito a transtornos mentais. Muitas vezes, os sintomas de depressão são confundidos por “drama de aborrecente”, “adolescentes…” ou “vai passar”.

Mas nem sempre passa…Além de uma sensação de dor crónica sem identificação aparente, a depressão provoca alterações a nível fisiológico, como diminuição do sistema imunológico e aumento dos processo inflamatórios, que podem dar origem, inclusive, a doenças cardiovasculares. 

O suicídio é a terceira causa de morte do jovens no mundo, de acordo com dados da Organização mundial de Saúde. E 70% dos jovens vivem clinicamente deprimidos.

Como identificar se o jovem sofre de depressão

Um jovem depressivo apresenta sinais que devem ser de alerta para amigos e familiares:

  • Raiva e irritabilidade, nomeadamente quebrar objetos e agredir pessoas;
  • Problemas de memória e concentração, mesmo nas atividades mais simples, e esquecimento e eventos e atividades;
  • Alterações no sono e apetite;
  • Desesperança, quando o jovem deixa de acreditar em si e no seu futuro e no uso de expressões como “eu sou um fracasso”, “as coisas nunca dão certo para mim”, “a vida é difícil”, “ninguém gosta de mim”…
  • Isolamento, quando deixa de sair com amigos e passa muito tempo sozinho no quarto;
  • Falta de interesse por atividades que antes eram importantes para ele/ela;
  • Automutilação, numa tentativa de alivio da dor emocional. Geralmente cortam-se ou queimam o corpo em zonas de difíceis de se verem, como a barriga e parte interna das coxas;
  • Ideação suicida, quando o jovem manifesta que está farto/farta da vida, que não aguenta mais ou o uso de expressão como “quero dormir por anos”, “quero sumir e começar tudo de novo” ou “a vida não tem sentido”

Como ajudar quando mais do que um destes sintomas se apresentam? Além de todo o afeto e acompanhamento que pode dar ao jovem, procure gerir o stress pelo qual o jovem está a passar, procure que ele/ela tenha um hobbie de que goste, faça exercício físico e tenha um sono de qualidade. Caso se sinta perdido/a, sem saber mais o que fazer, procure ajuda de um profissional.

Muito profissionais irão indicar medicamentos antidepressivos para alterar a química do cérebro. Contudo, as causas que levaram o adolescente ao estado depressivo acabam por ficar camufladas e não são tratadas.

As Barras de Access® apresentam ótimos resultados. Inclusive, um dos criadores do Access Consciousness®, Dr. Dain Heer, superou a depressão e tentativa de suicídio com esta técnica. Houve uma altura na sua vida que se sentia tão perdido, tão desesperado, que marcou a data para cometer suicídio. Graças às Barras de Access® passou a sentir mais motivação, disposição e felicidade. Hoje protagoniza uma campanha para a prevenção do suicídio. Pode saber mais aqui.

O que são as Barras de Access® e como elas funcionam? As Barras são 32 pontos na cabeça que, quando tocados, libertam condicionamentos mentais e emocionais ligados a várias áreas na nossa vida: comunicação, controle, criatividade, tristeza, alegria, sonhos e esperanças, etc. Muitas vezes,  durante as sessões, as pessoas lembram-se de situações antigas na sua vida que, inconscientemente, estavam a prendê-las a emoções como o medo, raiva, vergonha ou culpa, que estavam a condicionar a sua vida sem se dar conta e a provocar doenças. Os seus benefícios são já comprovados pela ciência.

Devido à situação pandémica em que vivemos e às restrições de circulação, a Desprogramação Neurobiológica® (DNB) tem a vantagem de poder ser feita à distância. Tal como as Barras, a DNB desprograma (tal como o nome indica) as células que sofreram alterações químicas devido a situações de stress, traumas, medo, entre outros, que podem levar a distúrbios emocionais, mentais e, em último estágio, a doenças físicas. Trata-se de uma técnica recente com resultados já comprovados.

Em alternativa, a mentoria permite um maior acompanhamento para a tomada de consciência de comportamentos, conflitos, crenças e limitações emocionais e mentais que levam o adolescente à falta de autoestima e até à depressão. Em sessões práticas, com recurso a exercícios e várias técnicas e ferramentas terapêuticas e de expansão de consciência levam a que o adolescente perceba o que se passa à sua volta, o que é de sua responsabilidade e o que não é e o que pode escolher de diferente.

Qualquer uma destas alternativa não invalida o acompanhamento de profissionais de saúde. Aliás, reforço sempre que devem complementar outros tratamentos, de forma a ter resultados mais rápidos e profundos, pois as causas emocionais e mentais que conduzem a estados de depressão sejam explorados e eliminados. Desta forma, os adolescentes libertam-se de condicionantes que, em adultos, estariam ainda a limitar as suas vidas a nível pessoal, profissional e até nos seus relacionamentos.

Se tem um familiar, amigo ou adolescente com depressão, ofereça a sua ajuda para superar o momento em que encontra o quanto antes! É mais fácil abrirem-se com quem não conhecem. Quanto mais cedo melhor, de forma a evitar sequelas maiores na vida de todos.

Burnout – O que é e como pode ser tratado

Muitos de nós estão familiarizados com o chamado burnout, ainda que muito associado a altos executivos e profissionais de saúde. A realidade, no entanto, mostra que o burnout pode atingir qualquer um de nós e são cada vez mais as pessoas que sofrem deste síndrome.

O burnout é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma sensação de exaustão física e emocional causada pela exposição prolongada a stress no local de trabalho, que origina exaustão física, sensação de incapacidade em lidar com as situações, baixa produtividade e com consequências na saúde.

Um dos maiores desafios que cerca o burnout é o estigma associado, principalmente em ambientes de trabalho onde impera a pressão sobre resultados. Em resultado, as relações laborais degradam-se, o nível de stress aumenta e o absentismo acaba por afetar a produtividade e, claro, os resultados.

Persiste a crença de que o auto-cuidado é sinal de fraqueza. Vivemos numa sociedade que não admite o fracasso. Onde persiste a crença de que apenas o mais forte sobrevive. Só que a realidade é outra. E a ciência tem vindo a demonstrar isso mesmo. A sobrevivência está, isso sim, na cooperação.

Com a pandemia, o home office tornou-se uma realidade para muitos profissionais, que passaram a trabalhar mais horas e com maior pressão para mostrar resultados. Ora, quando a situação se agrava, a depressão e ansiedade começam a apoderar-se, verificam-se alterações de comportamento e surgem múltiplas doenças físicas causas pelo stress crónico não tratado.

Como tratar o burnout sem medicamentos

Do que tenho observado nos meus clientes enquanto Life Coach e consultora, as Barras de Access® são uma das técnicas de cura quântica com melhores resultados:

  • Diminuição do stress;
  • Diminuição da conversa mental;
  • Diminuição dos padrões de pensamentos negativos e limitantes;
  • Redução de sobrecarga;
  • Melhora do bem-estar geral;
  • Facilidade em dormir;
  • Relaxamento profundo;
  • Sentiments crescentes de felicidade e gratidão.

Claro que os resultados são mais ou menos rápidos dependendo de pessoa para pessoa, de sessão para sessão. Ao tocar suavemente nos pontos das Barras de Access® na cabeça, as ondas cerebrais ficam mais lentas. Alteram-se do estado delta (modo de atenção) para alfa e theta (modo relaxamento). Verifica-se ainda uma coerência cerebral, que optimiza o desempenho do cérebro, aumenta a capacidade de concentração e melhora a estabilidade emocional.

Vários estudos científicos demonstram que uma sessão de Barras de Access® (entre 50m e 90m) podem produzir resultados significativos em casos de depressão e ansiedade. 

A Desprogramação Neurobiológica® (DNB) é uma outra técnica que recomendo aos meus clientes, quando estamos a lidar com burnout, pois permite libertar os seus impactos do corpo. Situações de exposição prolongada ao stress originam uma produção elevada de hormonas, como a adrenalina e cortisol. As nossas células absorvem estas substâncias químicas, dando origem a múltiplas doenças físicas, tais como problemas gastrointestinais, enxaquecas, tensão arterial elevada, problemas cardiovasculares, entre muitas outras. Com a DNB, as células regressam ao seu estado original e o organismo recupera o seu equilíbrio.

Se desconfia que está a entrar numa situação de burnout ou se identifica alguns sintomas, procure ajuda. Procurar ajuda é um ato de coragem. Auto-cuidado é um ato de amor próprio. Ao estar bem consigo mesmo, estará com os outros.